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Operação conjunta da PM causa prejuízo de mais de R$ 100 milhões ao crime organizado em todo o País

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Brasília, 04/06/2025 – Com a articulação do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), as Polícias Militares de todos os estados e do Distrito Federal se reuniram para a 2ª Operação da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe), que ocorreu de 28 de maio a 2 de junho. O objetivo é intensificar o enfrentamento e o combate a organizações criminosas.

O resultado da ação foi divulgado nesta quarta-feira (4): 1.665 pessoas presas e 123 armas de fogo e 5 toneladas de drogas apreendidas. O prejuízo ao crime organizado estimado é de mais de R$ 100 milhões.

O diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Rodney da Silva, explicou que “os expressivos resultados da ação demonstram a capacidade das Polícias Militares do Brasil. A Senasp, por meio da Diopi, atua no fortalecimento das instituições e no fomento às operações integradas, por intermédio da Renoe “.

Entre as principais ocorrências destacam-se:

– Apreensão de grande quantidade de drogas e de armas de fogo após confronto com suspeitos armados

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– Captura de foragido e apreensão de revólveres e pistolas

– Desarticulação de pontos de armazenamento e distribuição de drogas

– Identificação de integrantes de facções criminosas e apreensão de cadernos de contabilidade do tráfico, de balanças de precisão, de embalagens tipo ziplock e de prensa hidráulica

Rodney da Silva destacou ainda que os números refletem o comprometimento das PMS com a segurança pública e com o enfrentamento direto às organizações criminosas. “As ações coordenadas entre o serviço de inteligência e as guarnições táticas de pronta-resposta demonstram a eficácia do planejamento integrado promovido pela Senasp no âmbito da Renoe”, acrescentou.

Integração:

A Renoe é um projeto que visa fortalecer as ações de combate ao crime organizado, além de também fomentar a realização de operações ostensivas especializadas.

Ela promove a articulação entre diferentes órgãos e a troca de experiências e boas práticas para a repressão qualificada ao crime organizado. Também busca a integração das forças de segurança em todo o País, promovendo a união e o compartilhamento de conhecimento para o enfrentamento à criminalidade. Sua implementação se dá por meio de eventos técnicos e de operações ostensivas coordenadas.

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Além da Renoe, o MJSP coordena outras iniciativas de segurança pública, como a Rede Nacional de Recuperação de Ativos (Recupera) e a Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renocrim), que também visam fortalecer o combate à criminalidade e a prevenção de crimes.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Transformação ecológica impulsiona investimentos, competitividade e desenvolvimento, afirma ministro

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O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, participou nesta quinta-feira (2/7) da abertura do Brasil Mais Verde – 1º Fórum Econômico da Transformação Ecológica Brasileira, no Rio de Janeiro, e afirmou que a transformação ecológica representa uma oportunidade estratégica para fortalecer a política industrial, ampliar investimentos e aumentar a competitividade da economia brasileira.

O fórum, realizado no edifício-sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), reuniu representantes do governo federal, instituições financeiras, setor produtivo, especialistas e academia para debater estratégias capazes de posicionar o Brasil como protagonista da transformação ecológica, estimulando investimentos, inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável.

A secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria (SEV) do MDIC), Julia Cruz, também participou da abertura do evento.

“O presidente Lula recriou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O Brasil ficou um tempo sem o MDIC, quando o mundo todo sabe que o desenvolvimento econômico, capaz de promover também desenvolvimento social, inclusão e distribuição de renda, tem que ter uma política industrial como o epicentro desse desenvolvimento. Ao recriar o MDIC, criou também a Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria. Descarbonização e bioindústria são, talvez, os principais ativos que nós temos para incorporar à política industrial”, afirmou Márcio Elias Rosa.

Na abertura do fórum, o ministro ressaltou que a Nova Indústria Brasil (NIB) incorporou a descarbonização, a transição energética e a bioeconomia entre suas missões estratégicas, consolidando uma política industrial voltada ao fortalecimento da competitividade, da inovação e da sustentabilidade. Segundo ele, produzir no Brasil significa produzir com menor emissão de gases de efeito estufa, transformando a sustentabilidade em uma vantagem competitiva para a indústria nacional.

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“O presidente Lula, quando lançou esse programa, reservou R$ 300 bilhões para fomentar a política industrial. Hoje, nós já temos R$ 710 bilhões contratados, e o BNDES acaba de anunciar mais R$ 140 bilhões para essa política industrial. Nós já tivemos, na missão voltada à bioeconomia, R$ 470 bilhões anunciados de investimentos e temos um potencial de mais R$ 380 bilhões em projetos associados à descarbonização e à bioeconomia”, destacou Márcio Elias Rosa.

Transformação ecológica

Durante o Brasil Mais Verde, o BNDES anunciou a segunda fase do ProFloresta+, iniciativa voltada à ampliação da restauração ecológica por meio da geração e compra de créditos de carbono de alta integridade.

A nova etapa pretende restaurar até 60 mil hectares em todos os biomas brasileiros, capturar aproximadamente 19 milhões de toneladas de CO₂ e mobilizar até R$ 6 bilhões na compra de créditos de carbono, ampliando a escala da restauração florestal e fortalecendo a economia de baixo carbono.

Também foi lançado o edital Prospera Amazônia, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), com recursos do Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES, que poderá investir até R$ 230 milhões para fortalecer negócios comunitários da sociobioeconomia em todos os estados da Amazônia Legal.

“O Fundo Amazônia voltou a operar com escala e capacidade de chegar aos territórios. O Prospera Amazônia é mais um passo nessa direção: apoiar quem produz conservando, fortalecer negócios comunitários e transformar a floresta em oportunidade concreta de renda, trabalho e desenvolvimento sustentável. A sociobioeconomia é uma agenda estratégica para o Brasil porque combina combate ao desmatamento, inclusão produtiva e valorização da biodiversidade”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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“Durante muito tempo, as agendas de meio ambiente e desenvolvimento foram tratadas como imiscíveis e o esforço que fizemos, por determinação do presidente Lula, foi de integrar essas agendas, sem que uma se sobrepusesse à outra. Essa construção é estruturante e começou na transição de governo, quando recriamos a Secretaria de Mudança do Clima, criamos a Secretaria de Bioeconomia e a Secretaria de Povos e Comunidades Tradicionais, e começamos a parceria fundamental com o BNDES”, ressaltou o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco.

Desenvolvimento sustentável e competitividade

O Brasil Mais Verde integra os esforços do governo federal para acelerar a transformação ecológica da economia brasileira, promovendo soluções capazes de combinar crescimento econômico, inovação tecnológica, preservação ambiental e inclusão produtiva.

Ao reunir representantes do governo, instituições financeiras, empresas e especialistas, o fórum reforçou o compromisso do país com uma estratégia de desenvolvimento baseada na integração entre política industrial, sustentabilidade e inovação. A agenda também consolida o Brasil como um dos principais destinos para investimentos ligados à economia de baixo carbono, com potencial para gerar empregos, ampliar mercados e fortalecer a competitividade da indústria brasileira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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