BRASIL
Participe da consulta pública do Plano Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais
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Está aberta até 25 de setembro a consulta pública sobre o Plano Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais, uma iniciativa interministerial coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. O objetivo é orientar ações do governo federal para a promoção de direitos, a preservação cultural e o fortalecimento de práticas sustentáveis das comunidades.
Participe AQUI da consulta.
O Plano será estruturado em seis eixos principais: acesso a territórios e recursos naturais; infraestrutura; inclusão social; fomento e produção sustentável; direitos humanos e combate às violações; comunicação, cultura e processos formativos.
A proposta busca garantir reconhecimento e visibilidade às comunidades tradicionais, respeitando suas formas de organização social e sua contribuição histórica para a diversidade cultural, ambiental e econômica do país.
Ao abrir espaço à participação social, a iniciativa procura reunir sugestões que fortaleçam políticas públicas e contribuam para a construção de um Brasil mais inclusivo.
EXPERIÊNCIAS DO BRASIL ORIGINAL – Promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com os ministérios dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Universidade Federal Fluminense (UFF), o Experiências do Brasil Original é um programa que orienta a estruturação de produtos turísticos por comunidades tradicionais.
O projeto inclui ações de diagnóstico, capacitação, formatação e comercialização, possibilitando que atrativos integrem a oferta turística nacional.
O Ministério do Turismo disponibiliza um guia de implementação do Experiências do Brasil Original pelos governos estaduais e municipais. O documento detalha a metodologia do programa para a replicação de ações locais com potencial de, por meio do turismo de base comunitária, promover inserção social, desenvolvimento econômico e a valorização dos recursos naturais e culturais de territórios indígenas e quilombolas. (Acesse AQUI o guia)
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado
Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.
A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.
Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.
No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.
As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.
A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.
O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.
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