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PND 2026: entenda como funciona a prova

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Prova Nacional Docente (PND) 2026 será aplicada no próximo domingo, 20 de setembro, em todo o país. Realizada pelo Ministério da Educação (MEC) e aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a avaliação é destinada a estudantes concluintes, graduados em licenciatura e profissionais da educação interessados em utilizar seus resultados em processos seletivos promovidos por entes federativos que utilizam a nota como classificador. 

A PND utiliza a mesma avaliação teórica do Enade das Licenciaturas. A prova é dividida em duas partes: Formação Geral Docente e Componente Específico. A primeira é composta por 30 questões objetivas e uma discursiva, que abordam competências pedagógicas e temas relacionados à realidade brasileira. Já o Componente Específico reúne 50 questões objetivas voltadas aos conhecimentos próprios da área de licenciatura escolhida pelo participante. 

A nota geral varia de 0 a 100 pontos. Para o cálculo do resultado, a parte objetiva corresponde a 80% da nota, enquanto a questão discursiva representa os outros 20%. 

Em 2026, a PND contempla 21 áreas de avaliação: artes visuais, biologia, ciências da natureza, ciências sociais, computação, dança, educação física, filosofia, física, geografia, história, letras espanhol, letras português, letras português e espanhol, letras português e inglês, letras inglês, matemática, música, química, pedagogia e teatro. 

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Nesta edição, quatro áreas passam a integrar a avaliação: ciências da natureza, dança, letras espanhol e teatro. 

Questionários – Os participantes inscritos como concluintes pelos coordenadores de curso no Enade das Licenciaturas 2026 devem preencher o Questionário do Estudante. 

Já os demais participantes da PND devem responder ao Questionário Contextual, que reúne informações sobre o perfil do participante e o contexto de sua formação. 

Ambos os questionários devem ser preenchidos até as 23h59 de 19 de setembro. O preenchimento é obrigatório para que o participante possa visualizar o local de prova no Sistema PND. 

Horários – A aplicação da PND seguirá o horário oficial de Brasília (DF). Os portões serão abertos às 12h e fechados, impreterivelmente, às 13h. A prova terá início às 13h30 e será encerrada às 19h. 

Para evitar imprevistos no dia da aplicação, é importante que o participante confira previamente o endereço indicado no Cartão de Confirmação e planeje o trajeto até o local de prova, considerando o horário de fechamento dos portões. 

Próximas datas da PND 2026: 

  • 20 de setembro: aplicação da prova; 
  • 24 de setembro: divulgação dos cadernos de prova, da grade de correção da questão discursiva, dos gabaritos preliminares das questões objetivas e da expectativa de resposta da questão discursiva; 
  • 15 de dezembro: divulgação do resultado final. 
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Acesse o Sistema PND 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep 

Fonte: Ministério da Educação

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Educação escolar quilombola avança na Região Sudeste

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O índice de institucionalização da educação escolar quilombola (EEQ) é um dos indicadores apresentados pelo Diagnóstico Equidade 2026, que aponta avanços em todas as regiões do país em comparação com 2024. Na Região Sudeste, o índice passou de 30 pontos, em 2024, para 37 pontos, em 2026, evidenciando o fortalecimento das políticas voltadas à EEQ e os avanços na implementação da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq)

A institucionalização das políticas para a EEQ assegura que as normas sejam criadas, mantidas e continuem sendo aplicadas, apesar do fluxo nas gestões. Além disso, o índice geral, que avalia a média de outros indicadores, como formação, gestão escolar, e materiais didáticos, nas redes estaduais, passou de 53 para 64 pontos. Nas redes municipais, o índice saiu de 33 para 38 pontos.  

Segundo as Diretrizes Nacionais Curriculares (DCNs) da EEQ, a modalidade é desenvolvida em unidades educacionais inscritas em seus territórios ou em escolas que recebem estudantes quilombolas, requerendo pedagogia própria em respeito à especificidade étnico-cultural de cada comunidade e formação específica de seu quadro docente, observados os princípios constitucionais, o direito à consulta, a participação  comunitária, a base nacional comum e os princípios que orientam a educação básica brasileira. Na estruturação e no funcionamento das escolas quilombolas, deve ser reconhecida e valorizada sua ancestralidade negra, diversidade cultural, socioambiental e alimentar 

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Confira os dados comparativos da institucionalização da EEQ de 2024 por região, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026: 

Regiões Institucionalização EEQ 2024 Institucionalização EEQ 2026

Centro-Oeste 

23 

28 

Nordeste 

37 

56 

Norte 

47 

63 

Sudeste 

30 

37 

Sul 

28 

53 

Diagnóstico Equidade – É uma iniciativa promoção da equidade nas redes de ensino criada pelo MEC em 2024. Na segunda edição, o diagnóstico manteve participação próxima à universalidade, com resposta de 97% das redes municipais e 100% das redes estaduais. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Pneerq, em regime de colaboração interfederativa.  

Metodologia – O Diagnóstico Equidade 2026 contou com 44 questões dirigidas às secretarias de educação dos estados, dos municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 perguntas sobre educação para as relações étnico-raciais (Erer) e 12 sobre EEQ. 

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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