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Portal Único passa a responder por metade das importações brasileiras
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O Portal Único de Comércio Exterior registrou, em fevereiro, participação diária acima de 50% das operações de importação realizadas no Brasil, o que representa um marco no processo de implementação da plataforma digital do governo federal.
“O Portal Único respondeu, em fevereiro, pela primeira vez, por mais da metade das importações do país. A expectativa é que o sistema esteja totalmente implementado até o fim do ano”, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.
Quando estiver operando integralmente, o sistema poderá gerar economia superior a R$ 40 bilhões por ano para empresas, resultado da simplificação de procedimentos, da integração de sistemas e da redução de prazos nas operações de comércio exterior.
Segundo cálculo adotado internacionalmente e utilizado pelo MDIC, cada dia de carga parada representa custo equivalente a 0,8% do valor da mercadoria. A pasta calcula que já há redução de 19 horas na permanência média da carga na zona portuária para as operações realizadas por meio da Declaração Única de Importação (DUIMP), em comparação com a Declaração de Importação (DI). A mudança gera economia imediata para o operador de comércio exterior que opta pelo novo processo de importação, nos casos em que o uso do sistema ainda é facultativo.
A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Prazeres, explica que o Portal Único é central na estratégia de comércio exterior brasileira e que alcançar os 50% de operações em fevereiro é um marco histórico porque consolida o novo modelo de importações.
“O Brasil avança na desburocratização do comércio exterior com a simplificação de processos e redução de tempo e custo. Nosso objetivo é tornar o comércio exterior, e seus benefícios, mais acessível a todos”, afirmou.
Coordenado pela Secretaria de Comércio Exterior do MDIC e pela Receita Federal, com a participação de quase 20 órgãos públicos, que atuam como anuentes nas operações de comércio exterior, o Portal Único já processa 100% das exportações brasileiras. A previsão é que todas as importações passem a ser realizadas pela plataforma até o final deste ano.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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MEC lança Guia de Recursos Educacionais Digitais
O Ministério da Educação (MEC) lançou o Guia para Seleção e Adoção de Recursos Educacionais Digitais (REDs), publicação voltada a apoiar estados e municípios na escolha e implementação de plataformas, aplicativos e outras soluções digitais utilizadas na educação básica. O material foi apresentado em webinário no dia 25 de junho, durante transmissão no canal do MEC no YouTube.
O guia é destinado a gestores estaduais e municipais de educação, equipes técnicas das secretarias, profissionais das áreas pedagógica e de tecnologia, gestores escolares, professores, além de parceiros institucionais e representantes da sociedade civil.
Elaborado pela Secretaria de Educação Básica (SEB), em cooperação com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb), o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o guia oferece orientações para que gestores e equipes técnicas conduzam processos de seleção e adoção de recursos digitais de forma estruturada, pedagogicamente fundamentada e alinhada às normas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Na abertura, a diretora de Apoio à Gestão Educacional da SEB, Anita Stefani, explicou que o lançamento do guia faz parte de um dos eixos que compõem a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). “A gente está falando de recursos educacionais digitais de qualidade que podem apoiar os processos pedagógicos e de gestão nas redes de ensino. O MEC, com o apoio do Centro de Inovação para Educação Brasileira, o Instituto Alana e a Unesco, preparou um guia para apoiar as redes. O documento é composto por orientações práticas para as redes planejarem, selecionarem, eventualmente contratarem, implementarem e monitorarem os recursos de uma forma estruturada e alinhada às necessidades de cada território”, informou.
O documento também reforça a importância de observar aspectos relacionados à privacidade, à proteção de dados, à adequação etária e ao cumprimento dos princípios de proteção integral previstos na legislação brasileira, incluindo as diretrizes do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital).
Programação – O encontro apresentou a jornada proposta pelo guia para apoiar os processos de planejamento, implementação e monitoramento dos recursos adotados pelas redes de ensino. Outro destaque foi o referencial de seleção e avaliação dos REDs, instrumento que auxilia gestores na análise da consistência pedagógica, das condições de implementação, da segurança e da privacidade das soluções digitais.
A programação apresentou, ainda, as principais etapas da jornada de seleção e adoção dos recursos educacionais digitais. Entre os temas abordados estiveram: desafios enfrentados pelas redes na adoção de tecnologias educacionais; marcos normativos que orientam a educação digital e midiática; diferentes formas de contratação e implementação dos recursos; equipes envolvidas no processo de seleção; os critérios para avaliação pedagógica, técnica e de proteção de dados; as orientações para monitoramento e acompanhamento dos recursos adotados.
Participaram do evento a coordenadora-geral de Educação Digital, Inovação e Conectividade do MEC, Ana Dal Fabbro; a pesquisadora e consultora da Unesco Flora Ariza; o colíder do eixo digital e especialista em educação digital no Instituto Alana, Rodrigo Nejm; a diretora-executiva do Cieb, Julia Sant’Anna; e a coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação


