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Precisa de crédito para abrir ou expandir um negócio no turismo? Videocast ‘Turistando’ mostra o caminho com o Fungetur
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Você que trabalha com turismo – seja dono de uma pousada, de uma agência de viagens, de um restaurante ou de uma frota de transporte – sabe que um dos maiores desafios para crescer é conseguir crédito barato e sem burocracia. O novo episódio do videocast “Turistando” já está no ar, trazendo dicas de como acessar recursos pelo Fundo Geral de Turismo, o Fungetur.
Neste bate-papo dinâmico, os convidados descomplicam esse tema, apresentando soluções do Fungetur, um importante motor do setor que, com recursos disponíveis e excelentes condições de juros e prazo, está transformando a realidade de negócios turísticos de todos os tamanhos pelo Brasil.
O encontro reuniu o coordenador-geral de Apoio ao Crédito do MTur, João Pita, e o empresário Denis Roberto Michelon, proprietário da Michelon Turismo, que compartilhou como o fundo mudou o patamar da sua empresa.
Para quem deseja expandir, o Fungetur surge como uma das ferramentas mais competitivas do mercado. O fundo disponibiliza linhas de financiamento com taxas de juros reduzidas e crédito que pode chegar a R$ 15 milhões. Os recursos são altamente flexíveis e podem ser aplicados em capital de giro, aquisição de bens e melhoria da infraestrutura.
João Pita reforçou que as condições diferenciadas foram desenhadas sob medida para dar segurança jurídica e financeira a quem quer crescer. “O Fungetur disponibiliza linhas de crédito com condições diferenciadas e eu tenho certeza de que ele faz toda a diferença na vida dos empreendedores do nosso país”, destacou.
História de sucesso
Desmistificando a ideia de que crédito público é burocrático, o empresário Denis Roberto Michelon relatou como o financiamento impulsionou sua frota e gerou resultados rápidos. “O processo foi todo muito simples e os juros do Fungetur são, sim, uma excelente alternativa. Poder disponibilizar mais um ônibus para os nossos clientes foi incrível”, celebrou o empresário.
Como ter acesso?
O caminho para o crédito começa pela regularização. Para acessar as vantagens do fundo, as empresas do setor precisam estar com o cadastro ativo e regular no Cadastur (Sistema de Cadastro de Pessoas Físicas e Jurídicas que atuam no setor do turismo), que pode ser acessado neste link.
Com a situação regularizada, o empreendedor deve apresentar o seu projeto diretamente a uma das mais de 30 instituições financeiras habilitadas, responsáveis pela análise e liberação do crédito.
Assista agora! – Quer saber como transformar o seu negócio turístico com o apoio do Governo do Brasil? Clique AQUI e confira o episódio completo do “Turistando”. A conversa também está disponível no Spotify!
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Pais gerou 85.888 empregos em abril chegando a um saldo de 699.762 vagas formais no ano, crescimento de 1,5%
Em abril foram gerados no país 85.888 postos de trabalho com carteira assinada, resultante de 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos no mês. No acumulado do ano foram 699.762 novos postos de trabalho, representando um crescimento de 1,5% em relação ao estoque de dezembro 2025. Nos últimos 12 meses (maio/2025 a abril/2026) o saldo de empregos gerados chegou a 1.059.860 postos de trabalho, um crescimento de 2,3% no período.
O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de Serviços, que gerou 69.601 postos de trabalho (+0,3%), seguido da Construção, com saldo positivo de 23.525 empregos (+0,8%) e a Indústria, com saldo de 9.256 novas vagas de trabalho (+0,1%).
No mês, foram registrados saldos positivos em 24 estados. Os maiores saldos foram verificados em São Paulo (+20.202), Rio de Janeiro (+11.741) e Minas Gerais (+8.991). Dos postos de trabalho gerados, 85.32% podem ser considerados típicos e 14,68% não típicos, majoritariamente 30 horas ou menos (+22.028) e aprendizes (+8.772).
Acumulado do ano – No ano (jan-abril), quatro grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos, sendo o maior crescimento do emprego formal registrado no setor de Serviços (saldo de 451.996 postos), um aumento de 2%), com destaque para administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde e serviços sociais (172.306) e atividades de Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (161.216).
A Construção gerou 143.547 postos no mês, com elevações maiores na Construção de Edifícios (+56.857) e em Obras de Infraestrutura (+46.009). A Indústria apresentou saldo positivo de 124.085 empregos, com destaque para o Processamento Industrial do Fumo (12.341); Fabricação de Produtos Alimentícios (11.776) e Fabricação de Veículos Automotores, Reboques e Carrocerias (11.539).
A Agropecuária também foi outro setor que apresentou saldo positivo de 6.760 vagas, com destaques para o Cultivo de Café (6.240), Cultivo de Maçã (5.003) e o Cultivo de Alho (3.535). Apenas no setor do Comércio foi apresentado saldo negativo (-26.614 postos), principalmente no Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios (-31.998) e no Comércio Varejista de Calçados e Artigos de Viagens (-11.004).
Entre os estados, São Paulo (202.374), Minas Gerais (78.640) e Santa Catarina (63.006) apresentaram os maiores saldos no ano, enquanto Roraima (1.430), Rio Grande do Norte (242), e Alagoas (-12.185) apresentaram os menores saldos. Em termos relativos, Goiás (2,8%), Amapá (2,6%) e Santa Catarina (2,5%) registraram os maiores percentuais de geração de emprego no ano.
Estoque de empregos com base na RAIS
Com a RAIS 2025, lançada este mês, foi atualizado também o estoque de referência do Novo Caged. O total de vínculos ativos ficou consolidado em 47.810.425 empregos formais ativos. Mantendo a referência anterior de dezembro de 2023 – houve um ajuste para baixo de 2.059.584 vínculos formais no mês.
A redução, segundo a secretaria de Estatística do MTE, se explica, principalmente, pela qualificação da base: foram retirados vínculos sem remuneração em 2025 (vínculos abandonados) associados a CNPJs que não estavam mais em situação ativa, além de vínculos retirados por sucessão trabalhista, que ocorre quando há mudança na empresa responsável pelo vínculo.
A redução também reflete uma mudança no critério de seleção dos vínculos que compõem o estoque de referência. A atualização utilizou a RAIS 2025 com categorias de trabalhadores compatíveis com o Novo Caged, substituindo critérios anteriores baseados em tipos específicos de vínculo. Com isso, o estoque passa a ficar mais alinhado à metodologia atual de acompanhamento do emprego formal.
Esse ajuste não representa mudança no saldo de empregos no mês. A movimentação mensal de admissões e desligamentos segue sendo captada pelo Novo Caged e continua sendo o principal termômetro da geração de empregos formais no país.
Salários
O salário médio real de admissão em abril foi de R$ 2.386,56, uma leve ampliação em relação a março, que foi de R$ 2.369,88, uma variação positiva de R$ 16,68 (-0,7%). Em comparação com abril de 2025, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o aumento chegou a R$ 42,21 (+1,8%). Para os trabalhadores considerados típicos, o salário real de admissão foi de R$ 2.429,79 (1,8% mais elevado que o valor médio), enquanto para os trabalhadores não típicos foi de R$ 2.047,86 (14,2% menor que o valor médio)
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