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Programa de Regionalização do Turismo chega à Roraima nesta semana
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O Ministério do Turismo chegou em Roraima para levar o “Programa de Regionalização do Turismo em Ação: Mapa do Turismo até Você!”. A ação faz parte do Seminário Estadual de Turismo Regional, promovido pela Secretaria de Cultura e Turismo do Estado. Entre os dias 7 e 9 de abril, a equipe técnica do Ministério vai debater e auxiliar as lideranças locais, promovendo a integração de cidades da região ao Mapa do Turismo Brasileiro.
O encontro conta com a participação de gestores das três regiões turísticas de Roraima, que vão poder esclarecer dúvidas, buscar apoio institucional e fortalecer o diálogo sobre o desenvolvimento sustentável do turismo, além de discutir estratégias para garantir a inclusão e permanência dos municípios locais no sistema do Ministério do Turismo.
O Mapa é uma ferramenta importante que reúne municípios com potencial turístico e aqueles impactados pelo setor. Ele apoia a formulação de políticas públicas voltadas ao turismo, tanto pelo governo federal quanto pelos Estados.
Atualizado a cada dois anos, o Mapa é composto por municípios indicados pelos órgãos estaduais de turismo, conforme critérios definidos por lei. “Este é um momento muito importante dentro da política do MTur pois é onde temos contato direto com os gestores e podemos trazer eles para dentro do Mapa do Turismo, apresentando os benefícios e a relevância para consolidar sua região como um destino turístico rentável”, afirmou a coordenadora-geral de Definição de Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Turismo do Ministério do Turismo, Ana Carla Moura.
Roraima é o terceiro estado a receber a visita do Ministério do Turismo, que está rodando o Brasil levando a ponta as principais ações da Pasta para o fortalecimento do setor.
“Nosso objetivo é que cada vez mais municípios possam aderir ao Mapa do Turismo para que a regionalização cresça. Isso dá mais suporte a essas cidades que passam a contar com acesso a recursos, capacitação e muitas vantagens oferecidas para aprimoramento do setor de forma local”, destacou a secretária nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Cristiane Sampaio.
Durante a semana de trabalho, a equipe irá visitar a Comunidade Indígena Kauwê, no município de Pacaraima, para observar o potencial turístico da localidade, ação que pode gerar renda e formalizar a visitação ao local, preservando a cultura e tradições dos povos originários da região.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MEC credencia novas universidades comunitárias: entenda o modelo
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (Seres), publicou, na terça-feira, 1º de setembro, seis portarias relativas às Instituições Comunitárias de Educação Superior (Ices), uma de qualificação e cinco de renovação. A instituição qualificada foi a Universidade Vale do Rio Doce (Univale), de Minas Gerais. As renovações foram publicadas para as seguintes instituições: Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade do Vale do Paraíba (Univap), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Universidade do Vale do Taquari (Univates). Todas as portarias têm validade de cinco anos.
As Ices são constituídas na forma de associação ou fundação, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que ofertam serviços gratuitos à população, proporcionais aos recursos que eventualmente obtiverem do poder público. Também institucionalizam programas permanentes de extensão e ação comunitária voltados à formação e desenvolvimento dos alunos e ao desenvolvimento da sociedade.
No início deste ano, o Ministério da Educação (MEC) publicou a Portaria MEC nº 71, que estabelece procedimentos para a qualificação, o monitoramento e a formalização de parcerias entre o poder público e as Ices. De acordo com a portaria, as instituições comunitárias qualificadas poderão acessar recursos públicos federais para o desenvolvimento de atividades de interesse público, inclusive por meio de editais de fomento e de emendas parlamentares. A norma também prevê que essas instituições possam atuar como alternativa na oferta de serviços públicos educacionais, respeitando os princípios da legalidade, da transparência e da finalidade pública.
Categorias administrativas da educação superior
As instituições de educação superior são divididas em seis categorias administrativas: as públicas podem ser municipais, estaduais ou federais. Já as privadas podem ter ou não fins lucrativos. Também há a categoria das universidades de caráter especial, que não se enquadram nem como públicas e nem como privadas, pois foram criadas por lei, mas cobram mensalidade.
Públicas – Mantidas pelos governos. As federais, pela União; as estaduais, pelos governos de cada unidade federativa; e as municipais, pelas prefeituras. As federais e as estaduais são gratuitas e o acesso geralmente ocorre por meio de processos seletivos como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou vestibulares próprios.
Privadas – Quanto às universidades privadas, além das comunitárias, estão as confessionais, ligadas a doutrinas religiosas; as filantrópicas, focadas em assistência social e oferta de bolsas de estudo e também sem fins lucrativos; e as privadas, cujo objetivo é gerar lucro para os donos ou acionistas. Oferecem formas de entrada subsidiadas por programas governamentais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) ou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As instituições particulares pagas podem variar desde faculdades de pequeno porte até grandes redes educacionais.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Seres
Fonte: Ministério da Educação



