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Projeto Riacho Grande fortalece o sistema elétrico na região metropolitana de São Paulo

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O Ministério de Minas e Energia (MME) acompanha a conclusão de mais um empreendimento estratégico para o fortalecimento do sistema elétrico brasileiro. Com o início da operação dos transformadores da Subestação São Caetano do Sul, foi finalizado o Projeto Riacho Grande, conjunto de obras de transmissão que amplia a confiabilidade do fornecimento de energia elétrica para a região do ABC paulista e para a capital de São Paulo.

Com investimento avaliado em R$ 1,14 bilhão, o projeto integra em sua maior parte o Novo Programa de Aceleração e Crescimento (Novo PAC) e moderniza a infraestrutura de transmissão em uma das áreas de maior consumo energético do Brasil, aumentando a resiliência do sistema diante de eventos climáticos extremos e reforçando a estabilidade do atendimento à população e ao setor produtivo.

O empreendimento acrescenta cerca de 63 km de linhas de transmissão em alta tensão, grande parte em tecnologia subterrânea, além de 800 MVA de capacidade de transformação ao Sistema Interligado Nacional (SIN). As novas instalações contribuem para maior confiabilidade operacional e ampliam a capacidade de resposta do sistema elétrico em situações de contingência. Destaque para as linhas de transmissão subterrâneas que aumentam a resiliência da rede diante de eventos climáticos extremos.

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A conclusão do empreendimento integra as ações estratégicas promovidas pelo Governo do Brasil para expansão planejada da rede de transmissão, garantindo segurança energética, eficiência e qualidade no fornecimento de energia aos grandes centros urbanos. A entrada em operação da Subestação São Caetano do Sul representa mais um avanço na modernização da infraestrutura energética nacional, alinhada às diretrizes de confiabilidade do sistema e de atendimento ao crescimento da demanda energética do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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No 1° de maio no ABC Luiz Marinho fala das conquistas da classe trabalhadora

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No primeiro de maio o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, celebrou a data com trabalhadores no ato das centrais sindicais em comemoração ao Dia do Trabalho, em São Bernardo do Campo (SP). Ele lembrou aos presentes ao evento as conquistas da classe trabalhadora, em especial as propostas pelo governo, como a isenção do IRPF para quem ganha até R$ 5 mil, a política de valorização do Salário Mínimo e a Lei de Igualdade Salarial, além de ressaltar a menor taxa de desemprego e a geração de empregos com carteira assinada. “Vamos anunciar semana que vem os dados da Relação Anual de Informações Sociais, a RAIS, que incorpora o Caged (empregos privados) e os dados do serviço público. São 7 milhões e 183 mil empregos em 3 anos e 3 meses de governo”, comemorou.

Ele cobrou do Congresso a votação dos projetos enviados pelo governo que tramitam na Casa, em especial o fim da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho e a regulamentação do trabalho por aplicativo. “São Bernardo Campo tem um recado importante para o Congresso Nacional. É preciso que vocês encarem para valer dois projetos: o direito dos trabalhadores de plataforma de terem sua regulamentação e outro é o projeto que o presidente Lula enviou ao parlamento, que propõe a redução da jornada de trabalho sem redução de salários, de 44 para 40 hs semanais, acabando com a escala 6×1. Ano que vem, queremos estar aqui com o pátio lotado para comemorar o 1º de maio em uma escala que seja melhor do que a de hoje. O último 1º de maio trabalhando 6×1”, ressaltou.
Segundo o ministro, o Congresso Nacional tem de estar em sintonia com as reivindicações da sociedade, tem a responsabilidade de tramitar o PL, reduzindo a jornada de trabalho sem a redução de salário. “Basta uma maioria simples e depois discutir as PECs. É importante incorporar na Constituição a redução de jornada para 40 hs, impedindo que, no futuro, aventureiros – como está acontecendo na Argentina, possam propor novamente o aumento da jornada”, frisou.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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