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Prouni 2026: PE tem 25,6 mil bolsas ofertadas no primeiro semestre
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O Ministério da Educação (MEC) está oferecendo, no estado de Pernambuco, mais de 25,6 mil bolsas para o Programa Universidade para Todos (Prouni), referentes ao processo seletivo do primeiro semestre de 2026. Dessas, 11.232 são integrais (100%, de graça) e 14.407 são parciais (50%, pagando metade da mensalidade). Com 8.022 bolsas, Recife é o município pernambucano com mais ofertas, sendo 3.081 bolsas integrais e 4.941 parciais. A oferta de bolsas por município pode ser acessada na página do Prouni, em “Consulta de bolsas”.
Cursos – O curso de graduação com o maior quantitativo de bolsas ofertadas no estado é administração, com 1.965 bolsas, sendo 877 integrais e 1.088 parciais. Depois dele, os dois cursos com mais ofertas são: análise e desenvolvimento de sistemas, com 1.708 bolsas (747 integrais e 961 parciais), e ciência contábeis, com 1.602 bolsas (669 integrais e 933 parciais).
Confira a lista dos dez cursos com mais ofertas de bolsas em Pernambuco:
|
Curso |
Bolsas integrais |
Bolsas parciais |
Total |
|
Administração |
877 |
1.088 |
1.965 |
|
Análise e Desenvolvimento de Sistemas |
747 |
961 |
1.708 |
|
Ciências Contábeis |
669 |
933 |
1.602 |
|
Criminologia |
351 |
626 |
977 |
|
Engenharia de Software |
410 |
483 |
893 |
|
Gestão de Recursos Humanos |
438 |
443 |
881 |
|
Design Gráfico |
377 |
490 |
867 |
|
Logística |
405 |
456 |
861 |
|
Enfermagem |
144 |
648 |
792 |
|
Investigação e Perícia Criminal |
249 |
453 |
702 |
Inscrição – As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de 26 a 29 de janeiro, exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A divulgação do resultado acontecerá em duas chamadas, sendo a primeira no dia 3 de fevereiro e a segunda em 2 de março. O edital do Prouni para o primeiro semestre de 2026 foi divulgado pelo MEC em 8 de janeiro.
Brasil – Com 594.519 bolsas em instituições privadas por todo o país, essa é a maior oferta da história do Prouni, sendo 274.819 bolsas integrais (de 100%) e 319.700 bolsas parciais (de 50%). Administração (63.978) e ciências contábeis (41.864) somam o maior número de bolsas.
O candidato poderá se inscrever para concorrer às bolsas integrais (se sua renda familiar bruta mensal per capita não exceder o valor de 1,5 salário mínimo) ou parciais (se sua renda familiar bruta mensal per capita não exceder o valor de 3 salários mínimos).
Do total de bolsas ofertadas nesta edição, 393.119 são para cursos a distância e 16.408 para a modalidade semipresencial; 328.175 são para bacharelado, 253.597 para cursos tecnológicos e 12.747 para licenciaturas.
Confira o cronograma completo:

- .
Prouni – Instituído pela Lei nº 11.096/2005, o Programa Universidade Para Todos oferta bolsas de estudo (integrais e parciais) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica em instituições de educação superior privadas. As seleções do programa ocorrem duas vezes ao ano, tendo como público-alvo o estudante sem diploma de nível superior.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
MTE institui Comitê Gestor para fortalecer política de incubação de cooperativas populares
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou, na última segunda-feira (27), a Portaria nº 735 que institui o Comitê Gestor do Programa Nacional de Incubadoras de Cooperativas Populares (Proninc). A medida marca um novo passo na consolidação da política pública voltada à incubação de empreendimentos de Economia Solidária no país.
O Comitê terá como principal finalidade promover a articulação, o acompanhamento e o monitoramento das ações do Proninc, programa coordenado pela Secretaria Nacional de Economia Popular e Solidária (Senaes), do MTE. A iniciativa fortalece projetos de incubadoras vinculadas, em sua maioria, a instituições de ensino superior e institutos federais, integrando ensino, pesquisa e extensão. Atualmente, o Brasil conta com 94 incubadoras.
tecnológicas de Economia Popular e Solidária.
Entre as atribuições do novo colegiado estão a formulação e revisão das diretrizes da política de incubação, a definição de critérios para seleção de
iniciativas e a avaliação da execução do programa. Também caberá ao Comitê disseminar metodologias baseadas na autogestão, na participação social e na educação popular, além de fomentar capacitações e fortalecer redes de cooperação.
A Portaria estabelece ainda que o Comitê atuará na mobilização de recursos financeiros, humanos e institucionais, na promoção da transparência e
do controle social, e no estímulo à territorialização das ações, respeitando as especificidades culturais, econômicas e sociais de cada região. Assim que
estiver instalado, o Comitê Gestor terá três tarefas fundamentais: mapear a situação das incubadoras, num exercício de amplo diagnóstico para avaliar as condições da política pública, depois desse período; construir as diretrizes para a Política de Incubação no Brasil, definindo quais serão os caminhos e como ela tem que ser feita; e avaliar o processo de incubação no país, com um conjunto de marcos/indicadores.
A coordenação do Comitê ficará sob responsabilidade da Senaes, que também oferecerá suporte administrativo e operacional. O Comitê poderá elaborar um Regimento Interno, a ser aprovado em até 90 dias após sua instalação, definindo regras de funcionamento e deliberação.
A composição do Comitê reúne representantes de diversos órgãos do Governo Federal, instituições de fomento, redes acadêmicas e entidades ligadas à Economia Solidária, ampliando o caráter intersetorial da política. A Portaria também prevê a participação de convidados, sem direito a voto, para colaborar em temas específicos.
As reuniões ordinárias serão realizadas a cada quatro meses, podendo ocorrer de forma presencial, virtual ou híbrida. Com a criação do Comitê Gestor, o governo busca fortalecer a articulação institucional e ampliar o alcance das políticas de apoio às cooperativas populares, reconhecidas como instrumentos de geração de trabalho, renda e inclusão social. Segundo Sérgio Godoy, diretor de Formação e Estudos da Senaes, a extinção do Comitê, no governo anterior, representou um grande retrocesso, com a desarticulação de espaços de participação social na formulação das políticas públicas, especificamente as ligadas à Economia Solidária. O diretor explicou que “o Governo Lula precisou reconectar relações com todas as incubadoras, presentes em universidades, institutos federais, estaduais e fundações, além de retomar o diálogo com os movimentos ligados às tecnologias sociais”. “Foi necessário um novo estudo sobre o cenário para que pudéssemos construir diagnósticos e promover oficinas neste período”, afirmou.
Fernando Zamban, secretário nacional de Economia Popular e Solidária, ressalta que a Política de Incubação para a Economia Solidária é fundamental
para a sobrevivência e competitividade dos negócios solidários, garantindo sustentabilidade, com as técnicas de gestão, marketing, contabilidade, entre
outras, que preparam para que os empreendimentos e coletivos possam superar obstáculos mercadológicos com maior segurança.
Confira os órgãos, que integrarão o Comitê.
I – Secretaria-Geral da Presidência da República;
II – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;
III – Ministério da Saúde;
IV – Ministério da Cultura;
V – Ministério da Justiça e Segurança Pública;
VI – Ministério da Educação;
VII – Fundação Banco do Brasil;
VIII – Rede Interuniversitária de Estudos e Pesquisas sobre o Trabalho – Rede
Unitrabalho;
IX – Associação Brasileira de Ensino, Pesquisa e Extensão em Tecnologia
Social – ABEPETS;
X – Rede de Economia Solidária dos Servidores da Rede Federal – Rede IF
EcoSol;
XI – Rede Universitária de Incubadoras Tecnológicas de Cooperativas
Populares – Rede ITCPs;
XII – Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de
Educação Superior – FORPROEX;
XIII – Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação
Profissional, Científica e Tecnológica – CONIF;
XIV – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq;
XV – Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP
Acesse a Portaria nº 735
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