BRASIL
Sabia que existe uma cidade turística no Brasil que pode ser atravessada a pé em poucos minutos? Descubra qual é!
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A menor cidade do Brasil em extensão territorial faz parte do roteiro da Estrada Real, que abrange os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Localizada no território mineiro, Santa Cruz de Minas possui apenas 3km² e pouco mais de 8 mil habitantes. A cidade consta do Mapa do Turismo Brasileiro, instrumento essencial ao planejamento e ao desenvolvimento do setor no país.
Fundada há 30 anos, após ter se desmembrado de São João del Rei, Santa Cruz de Minas ganha destaque por estar próxima de importantes cidades do circuito histórico mineiro, permitindo que visitantes façam um roteiro turístico com várias igrejas, museus e festas tradicionais.
Ainda que pequena, a cidade interiorana oferece estrutura de lazer e turismo, tendo como um dos principais atrativos a Igreja de Santa Cruz. Outro ponto forte é o comércio de artesanato, repleto de produtos típicos criados por artistas locais, reforçando a identidade cultural do município.
Apesar do tamanho, Santa Cruz de Minas evidencia a importância das cidades de menor porte à preservação da história local e ao fortalecimento do turismo regional e nacional.
INCENTIVO – O Ministério do Turismo desenvolve o “Conheça o Brasil”, um movimento nacional lançado em 2023 e que tem como objetivo incentivar e facilitar viagens de brasileiros no país.
A iniciativa envolve a ampliação da conectividade aérea e da mobilidade entre destinos de norte a sul, além do aumento do fluxo de visitantes, estimulando a geração de negócios, emprego e renda nas comunidades receptoras.
A ação engloba o “Conheça o Brasil: Voando”, uma parceria com o Ministério de Portos e Aeroportos e a Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear) para democratizar o acesso à aviação civil e melhorar o ambiente de negócios na área.
Por Bárbara Magalhães
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais
O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.
O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.
A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.
Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.
Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.
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