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Salão do Turismo destaca o Pará como vitrine da Amazônia
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O Pará encerrou sua participação no 9º Salão do Turismo, realizado entre os dias 21 e 23 de agosto no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP), com saldo positivo e destaque entre os destinos brasileiros. O estado apresentou vivências que unem sustentabilidade, cultura e gastronomia, posicionando a Amazônia como ponto estratégico para o turismo nacional e internacional.
As experiências de turismo desenvolvidas na região de Alter do Chão, distrito de Santarém (PA), no Baixo Tapajós, foram algumas das que mais chamaram a atenção do público. O estado convidou os visitantes do Salão a mergulhar em práticas restaurativas, como yoga, meditação e terapias naturais, em meio à floresta e a praias de rio, complementadas por uma rica gastronomia típica.
Na avaliação do ministro do Turismo, Celso Sabino, o protagonismo do Pará no evento reflete a importância da Amazônia para o setor: “Trazer o Pará com sua cultura, sabores e tradições para o Salão do Turismo é mostrar ao Brasil e ao mundo a força da Amazônia como destino único. O Ver-o-Peso, o carimbó, a culinária e as experiências comunitárias revelam não apenas a diversidade, mas também o enorme potencial que temos de gerar emprego, renda e desenvolvimento sustentável a partir do turismo”, destacou.
Outro atrativo inovador foi o “Pará Birding Tour”, dedicado a observadores de aves. O estado proporciona ao turista registrar até 600 espécies em destinos como Bragança, Parauapebas e Carajás. Já no espaço destinado ao arquipélago do Marajó no Salão, visitantes puderam experimentar oficinas de cerâmica marajoara e apresentações artísticas a exemplo do grupo Carimbó Tambores do Pacoval, reforçando a valorização da cultura local.
Do Mercado Ver-o-Peso ao ritmo do carimbó marajoara, a presença paraense no Salão ampliou a força da identidade amazônica. Gastronomia, artesanato e turismo de base comunitária formaram um mosaico que encantou o público. Outro destaque foi a Casa da Luna, que trouxe uma experiência sensorial inspirada no Ver-o-Peso, incluindo tour pela Feira do Açaí e oficinas culinárias com ingredientes típicos.
OFERTAS – O Feirão do Turismo, realizado presencialmente no Salão e que até 27 de agosto de forma online, com descontos e ofertas especiais de produtos e serviços turísticos, já apresenta resultados expressivos. Apenas uma das operadoras participantes alcançou R$ 150 mil em vendas nos três dias do evento, superando as expectativas iniciais.
Além disso, para quem esteve no Salão, a companhia aérea Latam disponibilizou 11% de desconto em bilhetes para voos pelo país. O desempenho do Feirão, que reuniu mais de 100 empresas do ramo, confirma a retomada aquecida do setor e evidencia o interesse crescente por destinos amazônicos, que unem natureza, cultura e hospitalidade em propostas inovadoras e sustentáveis.
SALÃO – Com o tema “Diversidade, Inclusão e Sustentabilidade no Turismo”, o 9º Salão do Turismo envolveu as 27 Unidades da Federação em uma grande vitrine de gastronomia, cultura, artesanato, experiências imersivas e oportunidades de negócios.
O evento foi organizado em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo, além do apoio do SESC, SENAC e do Sebrae Nacional e de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Por Cléo Soares
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio
Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais.
Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.
O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento.
A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública.
Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água.
O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro.
O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.
Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco.
O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



