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Mercosul une forças para avançar em mineração estratégica e transição energética

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Representantes do Brasil e de países do Mercosul participaram, na última sexta-feira (29/08), da XXXII Reunião Ordinária do Subgrupo de Trabalho de Mineração e Geologia (SGT-15). O encontro marcou um passo importante na construção conjunta de políticas voltadas ao setor mineral, em um momento em que o mundo volta os olhos para os minerais estratégicos como pilares da transição energética.

A agenda contemplou a apresentação e aprovação do Plano de Trabalho 2025-2026, estruturado em cinco blocos principais: mapeamento do potencial mineral da região, projeção da demanda global de longo prazo para minerais estratégicos, análise das oportunidades de cooperação em pesquisa e desenvolvimento, avaliação de aspectos regulatórios e de políticas públicas, além da identificação de projetos estratégicos com potencial de impacto regional.

Para Gustavo Santos Masili, coordenador-Geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética no Setor Mineral do MME, a reunião representou mais do que um exercício burocrático. “Hoje estamos aprovando os rumos e cronogramas dos trabalhos para que possamos dar continuidade aos projetos de modo coeso entre os países. Essa união de esforços é fundamental para que o Mercosul avance com uma visão integrada, capaz de responder às demandas globais e, ao mesmo tempo, valorizar o potencial mineral da nossa região”, destacou.

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Outro ponto de destaque na reunião foi a aprovação da estruturação de proposta de estudo com apoio técnico da Organização Latino-Americana de Energia (Olade) e recursos do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), que deve contribuir para aprofundar a análise sobre as potencialidades da região em relação aos minerais estratégicos para a transição energética.

O encontro foi encerrado com o compromisso das delegações de manter o diálogo ativo e cooperativo, garantindo que os próximos passos sejam conduzidos de forma alinhada, técnica e estratégica para fortalecer o papel do bloco no cenário energético e mineral internacional.

 

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Ministro Wellington Lima apresenta ações do MJSP à Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado na Câmara dos Deputados

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Brasília, 9/6/2026 – O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, participou, nesta terça-feira (9), de audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados para apresentar iniciativas da pasta e responder a questionamentos de parlamentares sobre segurança pública.

A audiência contou com a presença de outros integrantes da gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), entre os quais o secretário nacional de Segurança Pública (Senasp), Chico Lucas; o secretário nacional de Assuntos Legislativos, Paulo Modesto; o secretário nacional de Direitos Digitais, Victor Oliveira Fernandes; a secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado; e o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.

Na reunião, o ministro mencionou a atuação integrada entre União, estados, municípios, Poder Judiciário, Ministério Público (MP) e forças de segurança para o enfrentamento da criminalidade organizada.

Segundo Wellington Lima, a formulação de políticas públicas eficazes depende da cooperação institucional e do diálogo permanente com as Casas Legislativas. “Não há segurança pública sem o Congresso Nacional. A construção de políticas públicas eficazes exige diálogo permanente com o Parlamento, com o Judiciário, com o Ministério Público e com os profissionais que estão na ponta do sistema de segurança”, afirmou.

Entre os temas abordados estiveram as estratégias de combate ao crime organizado, as ações de fortalecimento do sistema prisional, as medidas de combate ao tráfico ilícito de armas e as iniciativas voltadas à descapitalização financeira de organizações criminosas.

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Ao tratar das medidas de enfrentamento às facções criminosas, Wellington Lima ressaltou a importância do enfraquecimento financeiro desses grupos.

“O primeiro eixo é exatamente a reprodução e o aperfeiçoamento dos mecanismos de asfixia financeira. É preciso tirar o oxigênio do crime organizado.”

O ministro também apresentou iniciativas voltadas ao aprimoramento da inteligência e da investigação criminal, com foco na ampliação da capacidade de esclarecimento de homicídios e das operações de repressão às organizações criminosas.

Ao abordar o sistema penitenciário, defendeu investimentos em tecnologia, inteligência e protocolos de segurança para impedir a comunicação de lideranças criminosas com grupos que atuam fora das unidades prisionais. “Esse é um problema que não poderia ser adiado de modo algum”, enfatizou.

Operações em unidades prisionais

Durante a audiência, Wellington Lima anunciou que o MJSP realizará, até o final de 2026, uma operação nacional e duas regionais por mês em unidades prisionais de todo o País.

A medida busca reforçar o controle do sistema penitenciário, combater a atuação de organizações criminosas e ampliar a integração entre as forças de segurança e as administrações penitenciárias estaduais.

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Plataformas digitais

Sobre plataformas digitais, parlamentares também questionaram os decretos relacionados à atuação das plataformas digitais e às medidas de enfrentamento de crimes praticados no ambiente virtual.

O ministro explicou que as normas foram elaboradas com base em análises técnicas e dados relacionados ao crescimento de ilícitos praticados pela internet, como fraudes eletrônicas, exploração sexual de crianças e adolescentes e divulgação não autorizada de conteúdo íntimo.

“Os decretos foram elaborados a partir de evidências concretas sobre a crescente centralidade da internet na vida dos brasileiros e sobre a urgência de enfrentar o aumento de crimes, atos ilícitos e condutas abusivas que vêm se multiplicando no ambiente digital”, disse.

De acordo com Wellington Lima, as medidas buscam ampliar a capacidade de resposta do Estado diante desses crimes, sem afastar o papel do Congresso Nacional na discussão e eventual definição de regras permanentes para o setor.

“O Parlamento é sempre quem melhor legisla, mas muitas vezes a sociedade clama por alguma providência mais imediata”, completou.

A audiência integra as atividades de fiscalização e de acompanhamento das políticas públicas conduzidas pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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