BRASIL
Sedigi participa da apresentação do relatório sobre Proteção de Crianças e Adolescentes em Ambiente Digital
BRASIL
Brasília, 16/12/2025 – A Secretaria Nacional de Direitos Digitais (Sedigi), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), participou da apresentação do relatório final sobre Proteção de Crianças e Adolescentes em Ambiente Digital, elaborado pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados, presidido pela deputada Rogéria Santos. O documento foi apresentado, nesta terça-feira (16), na Casa legislativa.
A coordenadora para Proteção de Crianças e Adolescentes em Ambiente Digital da Sedigi, Ediane de Assis Bastos, compôs a mesa representando o diretor de Segurança e Prevenção de Riscos no Ambiente Digital da Sedigi, Ricardo Horta. A Sedigi e o MJSP prestaram auxílio técnico na etapa final da elaboração do relatório do grupo, fornecendo informações aos parlamentares e integrantes do GT para a elaboração de projetos de lei em defesa das crianças e adolescentes no ambiente digital.
O texto final traz sugestões para a regulação das plataformas digitais, para modernizar a legislação brasileira na proteção das crianças e adolescentes, para a criação de protocolos nacionais de atendimento às vítimas de violência digital, para o incentivo à educação midiática e digital nas escolas e para o estímulo à cultura de cuidado coletiva.
“Nós parabenizamos este grupo de trabalho pela iniciativa e destacamos a vocação da Sedigi, criada há dois anos, na proteção de crianças e adolescentes, especialmente em ambientes digitais”, ressaltou Ediane.
A coordenadora citou a modernização da política de classificação indicativa, focada na proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. A classificação agregou a categoria ‘não recomendada para menores de 6 anos’ e ampliou a proteção para o eixo da interatividade digital, além da proteção aos temas relacionados a sexo e nudez, violência e drogas.
A coordenadora enfatizou também a criação do comitê consultivo para aferição de idade, cuja consulta pública foi encerrada em novembro, e que servirá para a regulamentação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). A partir de 2026, com a implementação das normas, a aferição de idade será realizada por meio de mecanismos mais seguros, como a validação de documentos, o uso de biometria ou credenciais digitais confiáveis. A autodeclaração de idade não será mais aceita com o ECA Digital.
Ediane destacou ainda o trabalho do Comitê Consultivo voltado ao reforço do acolhimento e da triagem de denúncias de crimes contra crianças e adolescentes, como mais uma ação do MJSP. A iniciativa foi apresentada no âmbito da Estratégia Crescer em Paz, lançada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril de 2025. A estratégia possui quatro eixos: insegurança e vulnerabilidade, justiça, digital e jornadas vulneráveis.
No contexto digital, as ações se estruturam com foco em: adequar o acesso a ambientes digitais e o consumo de conteúdos on-line à autonomia progressiva de crianças e adolescentes, fornecendo informações às famílias; apoiar o fortalecimento e a qualificação da investigação de crimes digitais contra crianças e adolescentes; e fomentar a prevenção por meio de ações de sensibilização e da atuação conjunta com o setor privado.
A Lei nº 15.211/2025, que criou o ECA Digital, foi sancionada, em setembro, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e começará a ser fiscalizada, em março de 2026,?pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANDP). O diretor da agência, Waldemar Gonçalves Junior, esteve presente na apresentação do relatório final na Câmara dos Deputados.
BRASIL
MEC participa de reunião da Rede UniFronteiras
O Ministério da Educação participou, de 11 a 13 de maio, da 4ª Reunião da Rede UniFronteiras, realizada na Universidade Federal da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul. O encontro reuniu reitores de universidades federais, representantes de institutos federais e instituições de ensino superior situadas em regiões de fronteira, fortalecendo o diálogo sobre políticas públicas voltadas à integração educacional nessas regiões.
A Rede UniFronteiras, lançada em 2024, reúne instituições de educação superior localizadas em regiões de fronteira do Brasil e busca fortalecer ações conjuntas de ensino, pesquisa, extensão e mobilidade acadêmica, consolidando as fronteiras como espaços de produção de conhecimento e cidadania.
“A atuação da Rede reafirma o papel estratégico das instituições federais de educação superior para o desenvolvimento regional, a integração sul-americana e a construção de uma educação intercultural e inovadora nas fronteiras do Brasil”, destacou a presidente da Rede UniFronteiras e reitora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, Diana Araujo Pereira.
Durante a agenda, o MEC apresentou avanços construídos em articulação com a Rede para aprimorar as condições de mobilidade e cooperação entre países. Foram debatidos temas como interlocuções institucionais voltadas à melhoria da logística e do trânsito entre cidades gêmeas na faixa de fronteira.
Como parte da programação institucional, também foi realizada uma cerimônia na linha internacional entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, promovida pelo Parlamento Internacional Municipal (Parlim), organismo de integração entre a Câmara Municipal de Ponta Porã e a Junta Municipal paraguaia.
O ato simbólico ocorreu no Marco das Bandeiras e reuniu autoridades brasileiras e paraguaias, representantes do poder público, parlamentares municipais, reitores e integrantes da Rede UniFronteiras. A cerimônia reforçou o papel das universidades como agentes de integração entre os povos latino-americanos. Com o lema “Fronteiras não nos separam. Elas nos conectam”, a agenda consolidou a educação superior pública como eixo estratégico para isso, ampliando a cooperação entre instituições brasileiras e paraguaias e fortalecendo iniciativas direcionadas à cidadania, à inovação e ao desenvolvimento compartilhado.
Na ocasião, a presidente da Rede UniFronteiras e reitora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Diana Araujo Pereira, recebeu o título de cidadã honorária de Ponta Porã em reconhecimento à atuação em defesa da integração universitária e do fortalecimento de políticas educacionais sobre o tema.
“A atuação da Rede reafirma o papel estratégico das instituições federais de educação superior para o desenvolvimento regional, a integração sul-americana e a construção de uma educação intercultural e inovadora nas fronteiras do Brasil”, destacou.
A Rede UniFronteiras também foi homenageada pelo Parlim por sua contribuição para o desenvolvimento regional, o fortalecimento da cooperação acadêmica e a construção de soluções conjuntas para os desafios enfrentados por suas populações.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AAI/GM)
Fonte: Ministério da Educação
-
AGRONEGOCIOS3 anos atrás
Agrônomo mineiro recebe a Comenda do Mérito Agronômico, a mais alta distinção da categoria
-
MATO GROSSO3 anos atrás
Mar… ia
-
MATO GROSSO3 anos atrás
A solidão humana
-
Gourmet3 anos atrás
Molho Bolonhesa
-
Gourmet2 anos atrás
Brigadeiro
-
Gourmet2 anos atrás
Picolé detox
-
Gourmet2 anos atrás
Molho rosé
-
Gourmet2 anos atrás
Salpicão

