CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Selo comemorativo dos 75 anos da Capes é lançado

Publicados

BRASIL

Os ministérios da Educação (MEC) e das Comunicações (MCom), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e os Correios, lançaram um selo comemorativo em celebração ao aniversário de 75 anos da fundação. A solenidade foi realizada no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec), em Brasília, na segunda-feira, 9 de março, e contou com a presença de representantes das instituições. 

Com grafismo contemporâneo que simboliza evolução, movimento e inovação, o selo integra dois marcos da história institucional da Capes: a sede atual, em Brasília, e a primeira, no Rio de Janeiro, representada pelo painel de azulejos de Cândido Portinari no Edifício Gustavo Capanema. A fusão das imagens cria um elo simbólico entre passado e futuro que evidencia a evolução da Fundação e seu compromisso permanente com a educação e a ciência do país. 

Representando o MEC, o secretário-executivo da pasta, Leonardo Barchini, celebrou a trajetória da instituição e, como servidor da Capes, contou a sua experiência. “Eu aprendi que a Capes não para. Ela evolui, está sempre em movimento e sempre procurando melhorar a formação do pessoal de nível superior deste país”, ressaltou. 

Leia Também:  UFC é destaque internacional em pesquisa sobre o meio digital

No evento, a presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, afirmou que a fundação é um patrimônio brasileiro e que o avanço da pós-graduação brasileira é inequívoco. “Graças à existência da Capes, temos um modelo reconhecido internacionalmente como bem-sucedido”, declarou. Ela também destacou a necessidade de ampliar investimentos na pós-graduação e na formação de professores da educação básica para alavancar o desenvolvimento nacional. 

A presidente ainda elencou uma série de ações a serem realizadas até julho para marcar os 75 anos da Capes. Estão previstas uma sessão solene no Senado Federal e a retomada do Prêmio Anísio Teixeira. Ocorrida pela última vez em 2016, a premiação reconhece o trabalho de personalidades brasileiras em prol da educação e da ciência no país.  

Presente na cerimônia, a diretora de Gestão de Pessoas dos Correios, Natália Mota, ressaltou a importância da empresa no cenário nacional. “Ao eternizar essa homenagem em selo e carimbo comemorativo, os Correios ajudam a preservar, na memória do país, as instituições e iniciativas que marcaram a história”, disse. Na ocasião, ela também enalteceu a atuação da Coordenação vinculada ao MEC. “Que este selo seja um símbolo da contribuição da Capes para a formação de talentos, para o avanço da ciência e para o desenvolvimento do nosso país”, enfatizou. 

Leia Também:  Enem 2026: participantes do Amapá ganham mais tempo para pedir isenção

Criação de estatuetas – O secretário-executivo do MEC, Leonardo Barchini, e a presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, assinaram um edital de chamamento público para receber inscrições de pessoas interessadas em doar obras artísticas que representem, simbolicamente, a trajetória institucional da Capes. A doação compreenderá um projeto de estatueta destinado a premiações, homenagens, eventos e outras iniciativas da fundação. 

História – Os selos comemorativos surgiram no século 19. O objetivo era registrar acontecimentos importantes, como aniversários de fundação, feitos históricos ou homenagens a figuras públicas. Já a Capes foi fundada em 1951. O Decreto nº 29.741 instituiu a comissão para promover a então Campanha de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e é considerado como a “certidão de nascimento” da fundação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Ascom/Capes 

Fonte: Ministério da Educação

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Turismo plural é estratégia de competitividade, defendem especialistas no Fórum Internacional de Mulheres no Turismo

Publicados

em

Ir além do óbvio e incluir recortes de gênero, raça, idade e ancestralidade não é apenas uma pauta social, mas uma estratégia de competitividade e mercado para os destinos brasileiros. Essa avaliação marcou o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, realizado nesta quinta-feira (4), durante o segundo dia do Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O debate reuniu especialistas em afroturismo, turismo 60+ e turismo indígena para discutir como diferentes trajetórias, identidades e territórios influenciam a forma de viajar, empreender e consumir turismo no país.

​A coordenadora-geral de Turismo Responsável e Sustentável do Ministério do Turismo, Carolina Fávero, destacou que as políticas públicas voltadas às mulheres precisam considerar essa pluralidade. “As mulheres viajam de maneiras diferentes, vivem realidades diferentes e se relacionam com os destinos de formas distintas. Pensar em um turismo mais inclusivo significa reconhecer essa diversidade e construir experiências que contemplem todas elas”, afirmou.

​Afroturismo

​Especialista em afroturismo, Thaís Rosa Pinheiro defendeu que os destinos brasileiros avancem no reconhecimento da diversidade racial presente no país e valorizem histórias que, por muito tempo, permaneceram invisibilizadas. 

Segundo ela, os turistas buscam cada vez mais experiências autênticas, ligadas à identidade, à cultura e à memória dos territórios. ​”O turismo é feito de pessoas para pessoas. As belezas naturais são importantes, mas o que conecta o visitante aos destinos são as histórias, a cultura e a identidade de quem vive nesses lugares”, ressaltou.

Leia Também:  Entregas do MEC são apresentadas em reunião ministerial

​Para Thaís, ampliar o olhar sobre o afroturismo também significa qualificar o acolhimento e combater situações de discriminação, que ainda afetam viajantes negros em diferentes etapas da experiência turística.

​Turismo 60+

A criadora do blog Sentidos do Viajar, Sylvia Yano, chamou a atenção para o crescimento da população idosa e para a necessidade de o setor desenvolver produtos e experiências mais adequados a esse público. Segundo ela, muitas mulheres acima dos 60 anos ainda não se reconhecem na comunicação e na oferta turística disponíveis atualmente.

​Dados apresentados pela especialista mostram que 74% das pessoas com mais de 60 anos não se enxergam representadas no turismo. Atualmente, o Brasil possui cerca de 35 milhões de pessoas nessa faixa etária, número que tende a crescer nas próximas décadas.

​”A população está envelhecendo e o turismo precisa se preparar para isso. Não estamos falando apenas de acessibilidade, mas de experiências significativas, autênticas e alinhadas aos interesses desse público”, ressaltou.

​Protagonismo indígena

​Representando a Rota dos Encantados Potiguara, a empreendedora indígena Îasypytã Potiguara defendeu que os povos originários deixem de ser vistos apenas como atrativos turísticos e passem a ocupar o papel de protagonistas na construção e na gestão das experiências oferecidas aos visitantes.

Leia Também:  MJSP abre inscrições para o Encontro Nacional de Democratização do Acesso à Justiça

​Segundo ela, iniciativas de etnoturismo sustentável têm contribuído para preservar tradições, fortalecer economias locais e gerar renda para mulheres indígenas em seus próprios territórios. ​”Quem melhor para contar a história de um povo do que as pessoas que pertencem a ele? Quando os povos indígenas assumem o protagonismo do turismo, fortalecem sua cultura, preservam seus territórios e transformam a realidade das comunidades”, afirmou.

​Encerrando o painel, as participantes defenderam que a ampliação da diversidade no turismo não deve ser vista apenas como uma pauta de inclusão, mas como uma estratégia para tornar os destinos mais competitivos, autênticos e preparados para atender aos diferentes perfis de viajantes que movimentam o setor.

Por Natália Moraes e Isadora Lionço
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA