CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

BRASIL

Senacon orienta combate à venda de bebidas adulteradas com metanol e reforça medidas de proteção

Publicados

BRASIL

Brasília, 30/09/2025 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), emitiu uma nota de orientação diante do risco sanitário coletivo representado pela adulteração de bebidas alcoólicas com metanol. O documento dá diretrizes para o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (SNDC) sobre como atuar nessa situação e estabelece medidas para proteger a saúde da população, reforçar a fiscalização e coibir a atuação de falsificadores e distribuidores irregulares.

A nota recomenda aos órgãos de defesa do consumidor, especialmente os Procons estaduais e municipais, a intensificar ações de prevenção, fiscalização e orientação junto ao mercado de bebidas alcoólicas, com foco inicial no estado de São Paulo e regiões limítrofes.

O secretário nacional do Consumidor, Paulo Pereira, reforça que, nesse primeiro momento, o mais importante é a capacidade do governo de identificar os estabelecimentos onde circulam essas bebidas e, ao mesmo tempo, equipar adequadamente o sistema de saúde. “Esperamos que os Procons nos ajudem a trazer informações de ponta, para que possamos localizar fornecedores e locais que ofereçam risco à saúde da população”, diz.

Leia Também:  Senacon aplica sanções a iFood e Keeta por descumprimento de regras de transparência

Paulo reforça que é fundamental que todo o sistema de defesa do consumidor, além das vigilâncias sanitárias e dos órgãos de saúde locais, “possam identificar padrões, fiscalizar e produzir informações sobre os locais e bebidas de risco, garantindo maior proteção aos cidadãos”.

Medidas de prevenção e controle

A Nota de Orientação lista um conjunto de ações que devem ser adotadas por fornecedores, distribuidores, bares, restaurantes, organizadores de eventos e plataformas de comércio eletrônico para garantir a conformidade regulatória e a segurança dos consumidores. Entre as principais recomendações estão:

1. Aquisição

– Comprar exclusivamente de fornecedores idôneos, com CNPJ ativo;
– Exigir e arquivar a Nota Fiscal eletrônica (NF-e) e conferir a chave de 44 dígitos no portal oficial;
– Evitar ofertas com preço anormalmente baixo ou sem documentação fiscal;
– Manter cadastro atualizado de fornecedores, incluindo CNPJ, endereço e contatos, para garantir rastreabilidade.

2. Recebimento

– Adotar dupla checagem no recebimento: abertura das caixas na presença de duas pessoas, conferência de rótulos, lotes e notas fiscais;
– Registrar data, quantidade, fornecedor, número e chave da NF-e;
– Guardar recibos, comprovantes, imagens de Circuito Fechado de Televisão (CFTV) e planilhas para pronta cooperação com as autoridades.

Leia Também:  Unifesp desenvolve jogos digitais educativos

3. Armazenamento

– Identificar todos os colaboradores com acesso ao estoque;
– Garantir condições adequadas de armazenamento e controle de acesso, para prevenir manipulações indevidas.

4. Sinais de adulteração

– Observar indícios visuais como lacres tortos, rótulos com erros de ortografia, embalagens com defeitos, odor de solvente ou divergências de lote;
– Em caso de suspeita, interromper imediatamente a venda, isolar o lote, preservar as evidências e notificar a Vigilância Sanitária, a Polícia Civil, os Procons e o Ministério da Agricultura e Pecuária.

Além disso, a Senacon solicita que os órgãos de defesa do consumidor reportem expedientes instaurados e denúncias de adulteração com metanol para o e-mail [email protected], canal oficial para recebimento e acompanhamento dos casos.

Leia a Nota Técnica na íntegra.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Propaganda

BRASIL

MEC lança Guia de Recursos Educacionais Digitais

Publicados

em

O Ministério da Educação (MEC) lançou o Guia para Seleção e Adoção de Recursos Educacionais Digitais (REDs), publicação voltada a apoiar estados e municípios na escolha e implementação de plataformas, aplicativos e outras soluções digitais utilizadas na educação básica. O material foi apresentado em webinário no dia 25 de junho, durante transmissão no canal do MEC no YouTube. 

O guia é destinado a gestores estaduais e municipais de educação, equipes técnicas das secretarias, profissionais das áreas pedagógica e de tecnologia, gestores escolares, professores, além de parceiros institucionais e representantes da sociedade civil. 

Elaborado pela Secretaria de Educação Básica (SEB), em cooperação com o Centro de Inovação para a Educação Brasileira (Cieb), o Instituto Alana e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o guia oferece orientações para que gestores e equipes técnicas conduzam processos de seleção e adoção de recursos digitais de forma estruturada, pedagogicamente fundamentada e alinhada às normas de proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. 

Na abertura, a diretora de Apoio à Gestão Educacional da SEB, Anita Stefani, explicou que o lançamento do guia faz parte de um dos eixos que compõem a Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec). “A gente está falando de recursos educacionais digitais de qualidade que podem apoiar os processos pedagógicos e de gestão nas redes de ensino. O MEC, com o apoio do Centro de Inovação para Educação Brasileira, o Instituto Alana e a Unesco, preparou um guia para apoiar as redes. O documento é composto por orientações práticas para as redes planejarem, selecionarem, eventualmente contratarem, implementarem e monitorarem os recursos de uma forma estruturada e alinhada às necessidades de cada território”, informou. 

Leia Também:  Ministro do Turismo prestigia abertura da Marcha em Defesa dos Municípios

O documento também reforça a importância de observar aspectos relacionados à privacidade, à proteção de dados, à adequação etária e ao cumprimento dos princípios de proteção integral previstos na legislação brasileira, incluindo as diretrizes do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital). 

Programação O encontro apresentou a jornada proposta pelo guia para apoiar os processos de planejamento, implementação e monitoramento dos recursos adotados pelas redes de ensino. Outro destaque foi o referencial de seleção e avaliação dos REDs, instrumento que auxilia gestores na análise da consistência pedagógica, das condições de implementação, da segurança e da privacidade das soluções digitais. 

A programação apresentou, ainda, as principais etapas da jornada de seleção e adoção dos recursos educacionais digitais. Entre os temas abordados estiveram: desafios enfrentados pelas redes na adoção de tecnologias educacionais; marcos normativos que orientam a educação digital e midiática; diferentes formas de contratação e implementação dos recursos; equipes envolvidas no processo de seleção; os critérios para avaliação pedagógica, técnica e de proteção de dados; as orientações para monitoramento e acompanhamento dos recursos adotados. 

Leia Também:  Unifesp desenvolve jogos digitais educativos

Participaram do evento a coordenadora-geral de Educação Digital, Inovação e Conectividade do MEC, Ana Dal Fabbro; a pesquisadora e consultora da Unesco Flora Ariza; o colíder do eixo digital e especialista em educação digital no Instituto Alana, Rodrigo Nejm; a diretora-executiva do Cieb, Julia Sant’Anna; e a coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB 

Fonte: Ministério da Educação

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA