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Silveira recebe representantes do Sindigás para alinhar atuação das distribuidoras de GLP no Gás do Povo

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, recebeu nesta quinta-feira (11/09) representantes do (Sindigás) para avançar no planejamento que garantirá a distribuição do gás para 17 milhões de famílias aptas ao benefício no âmbito do programa Gás do Povo.

“A parceria com as distribuidoras é essencial para levar o Gás do Povo a quem mais precisa, com previsibilidade de preços, logística eficiente e total transparência. Nosso foco é garantir acesso, segurança e alívio no orçamento das famílias brasileiras”, afirmou o ministro Alexandre Silveira.

A nova política pública do Governo Federal, lançada em 4 de setembro, assegura a retirada gratuita do botijão de gás de cozinha para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com prioridade às beneficiárias do Bolsa Família.

Durante a reunião, foram alinhados pontos operacionais fundamentais ao êxito do programa, como o credenciamento de revendas pela Caixa Econômica Federal (CEF), integração de sistemas com a Caixa para emissão e liquidação do vale eletrônico, aplicação do Preço de Referência por Unidade Federativa (UF) e formas de uso da marca e dos materiais do programa pelos distribuidores e revendedores.

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O MME destacou que o modelo do Gás do Povo substitui o formato anterior, pago em dinheiro, e garante que o benefício seja usado exclusivamente para o gás liquefeito de petróleo (GLP), aumentando a segurança, a saúde e a dignidade das famílias atendidas. O vale poderá ser utilizado nas revendas credenciadas e a Caixa fará o ressarcimento aos revendedores com base no Preço de Referência do estado de domicílio do beneficiário.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

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As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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