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UFDPar sediará congresso internacional de educação
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A Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), foi escolhida a universidade-sede da quarta edição do Congresso Internacional “Nós Propomos”, a ser realizado em 2026. O projeto, criado em Portugal em 2011 pela Universidade de Lisboa (ULisboa), envolve escolas e universidades na elaboração de propostas para melhorar a vida de comunidades locais, aproximando o ensino de geografia da realidade social. Hoje, a iniciativa está presente em diversos países, incluindo o Brasil.
O evento brasileiro será organizado pela UFDPar, em parceria com a Universidade Federal do Piauí (UFPI), o Instituto Federal do Piauí (IFPI), ambos vinculados ao MEC, e a ULisboa. A programação contemplará palestras, conferências e mesas-redondas sobre educação e geografia e educação e cidadania territorial, reunindo professores, pesquisadores e estudantes. O lançamento oficial do congresso ocorreu em 30 de agosto. Durante a cerimônia, representantes das instituições parceiras destacaram a importância da iniciativa.
O vice-reitor da UFDPar, Vicente Borges, ressaltou o orgulho da universidade em receber a próxima edição do congresso e destacou a relevância estratégica da interiorização do evento. “É um momento histórico para a UFDPar e para toda a região do Delta do Parnaíba. Queremos oferecer não apenas uma experiência acadêmica de alto nível, mas também a oportunidade de contato com a cultura, as artes e as riquezas ambientais de nossa região”, afirmou. Segundo ele, a universidade, com apenas sete anos de existência, já se firma como protagonista educacional, abrangendo quase 80 municípios do Piauí, Maranhão e Ceará.
O pró-reitor de Pós-Graduação da UFPI, Carlos Andrade, enfatizou que o evento está alinhado às políticas de internacionalização da universidade. “O congresso se insere em um esforço estratégico da UFPI, que hoje participa de redes nacionais e internacionais de pesquisa apoiadas pela Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior], e que tem no Projeto Nós Propomos uma ponte fundamental para a cooperação global. A geografia brasileira e piauiense estará no centro do debate científico mundial”, destacou.
A assessora internacional do IFPI, Jenice Diniz, frisou a participação ativa do instituto e o impacto direto nas comunidades escolares. “É um projeto que transforma realidades locais. A comunidade aprende, se apropria e multiplica os resultados, garantindo que o legado vá muito além da sala de aula. O IFPI se orgulha de estar presente e continuará a apoiar esta iniciativa”, disse.

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Este conteúdo é uma produção da UFDPar, com apoio da Secretaria de Educação Superior (Sesu/MEC)
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
Governo define regras para cotas e garante aplicação do Acordo Mercosul-União Europeia
O governo federal avançou mais uma etapa na implementação do Acordo Mercosul–União Europeia ao estabelecer as regras que viabilizam o uso de cotas tarifárias no comércio bilateral.
Com a publicação, nesta sexta-feira (1/05), das portarias da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o país passa a contar com diretrizes claras para utilização das cotas na exportação e na importação, etapa essencial para a aplicação prática do acordo.
As medidas regulamentam o Decreto nº 12.953, de 28 de abril de 2026, e se somam à Portaria Secex nº 490, que instituiu o Certificado de Origem, documento necessário para acesso aos benefícios tarifários.
A incidência de cotas é limitada: cerca de 4% das exportações e 0,3% das importações. Na prática, a maior parte do comércio entre Mercosul e União Europeia ocorrerá com redução ou eliminação integral de tarifas, sem restrições quantitativas.
As regras foram definidas pelas Portarias Secex nº 491, para importações, e nº 492, para exportações. No caso das importações, produtos como veículos, lácteos, alho, preparações de tomate, chocolates e itens de confeitaria passam a seguir modelo baseado na ordem de registro das licenças no Portal Único Siscomex. Para garantir o uso da cota, o importador deverá vincular a licença à Declaração Única de Importação (Duimp) em até 60 dias, respeitados os limites por operação.
Já nas exportações, as cotas abrangem produtos estratégicos da pauta brasileira, como carnes, açúcar, etanol, arroz, milho e derivados, além de itens como mel, ovos e bebidas como rum e cachaça. A distribuição segue o mesmo princípio de ordem de solicitação, observados os limites de cada cota e a disponibilidade no momento da análise.
Após a operação, será emitido o Certificado de Autorização de Cotas Mercosul, que acompanha a mercadoria e permite a aplicação do benefício tarifário no mercado europeu.
A divisão das cotas entre os países do Mercosul ainda está em negociação. Até a definição conjunta, cada país seguirá operando com seus próprios procedimentos, sem alteração no volume total negociado ou no direito de acesso aos benefícios previstos no acordo.
Para produtos não sujeitos a cotas, o acesso às preferências tarifárias depende apenas do cumprimento das regras de origem. Nos casos com cota, essas exigências permanecem válidas.
Modernização do comércio exterior
Publicada nesta quinta-feira (30/04), a atualização da Portaria Secex nº 249/2023 adequa as regras brasileiras de certificação de origem aos novos acordos comerciais e fortalece a preparação do país para a entrada em vigor do acordo Mercosul–União Europeia, com foco direto na simplificação de procedimentos e na redução de custos operacionais para as empresas.
Entre os principais avanços, estão a inclusão do modelo de Certificado de Origem específico para o acordo com a União Europeia, a ampliação do uso do Certificado de Origem Eletrônico para mercados estratégicos como União Europeia e Índia, a autorização do uso de assinatura eletrônica e a definição de regras mais claras para autocertificação. A norma também traz ganhos concretos de simplificação, como a possibilidade de uma única declaração anual para importação de partes e peças usadas no setor aeronáutico e a regulamentação da transferência de cotas de exportação e importação entre empresas do mesmo grupo econômico.
As mudanças aumentam a previsibilidade, reduzem burocracias e alinham o Brasil às melhores práticas internacionais, criando um ambiente mais ágil e seguro para exportadores. A íntegra da portaria pode ser consultada em: https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-secex-n-490-de-29-de-abril-de-2026-702424467.
Confira as perguntas e respostas mais frequentes após a entrada do acordo em vigor
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
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