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Universidades dos Brics fazem balanço de 10 anos de cooperação

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No exercício da presidência de turno do Brics-Educação, o Ministério da Educação (MEC) organizou, no dia 13 de maio, em formato virtual, a Conferência Temática Anual deste ano da Rede de Universidades do Brics (no inglês, Brics Network University, ou Brics-NU). O encontro reuniu representantes das instituições de ensino superior que integram a rede, inclusive algumas das que foram admitidas na última reunião do Conselho Internacional de Governança. 

Durante três horas de discussões, os participantes apresentaram os avanços e as iniciativas conduzidas em cada um dos Grupos Temáticos Internacionais (no inglês, International Thematic Groups, ou ITGs), que servem de alicerce à cooperação acadêmica no bloco.  

Criada em 2015, a Brics-NU inicialmente contemplava seis ITGs: Ciência da Computação e Segurança da Informação; Estudos dos Brics; Energia; Ecologia e Mudança do Clima; Recursos Hídricos e Controle da Poluição; e Economia. Desde o ano passado, a rede passou a contar grupos para os seguintes temas: Ciências da Saúde; Matemática; Ciências Naturais; Ciências Sociais e Humanidades; e Agricultura Sustentável e Segurança Alimentar.  

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A edição deste ano da conferência contou com a participação de 115 representantes dos países-membros do Brics, incluindo docentes e pesquisadores de Egito, Emirados Árabes Unidos e Irã, países recentemente incorporados. De início, os coordenadores das seis áreas originais apresentaram os principais resultados já alcançados. Em seguida, participantes dos novos grupos temáticos aproveitaram a ocasião para estabelecer contatos com novos membros, definir prioridades e alinhar expectativas para a cooperação entre as universidades envolvidas.  

“O Conselho de Governança instruiu os grupos temáticos a promoverem reuniões virtuais próprias, que deverão ser realizadas nas próximas semanas. Para o MEC, a conferência provou-se oportunidade valiosa para conhecer mais de perto iniciativas específicas, em diversas áreas, e para apresentar à rede as novas instituições brasileiras selecionadas, afirmou Francisco de Souza, assessor especial para Assuntos Internacionais do MEC e moderador da conferência. 

Entre as atividades apresentadas ao longo da Conferência destaca-se o livro “Brics Countries: Sustainable Water Resource Management and Pollution Control”, publicado em 2024 por pesquisadores de universidades da África do Sul, Brasil, China, Índia e Rússia que integram o ITG de Recursos Hídricos e Controle da Poluição. 

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No campo das Ciências Sociais e Humanidades, o professor Aziz Saliba, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentou possibilidades de cooperação entre os países do Brics na área, destacando iniciativas como a Escola de Verão sobre Estudos Brasileiros e a Escola de Estudos Jurídicos do Brics, ambas conduzidas pela UFMG. 

Ao final da conferência, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) renovou o convite às instituições da Brics-NU para participarem da 2ª edição do Fórum de Reitores de Universidades dos Brics, que será realizada no Rio de Janeiro, entre os dias 6 e 7 de junho de 2025. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da AI/MEC 

 

Fonte: Ministério da Educação

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Salvador reúne história, cultura, gastronomia e tradições que encantam visitantes durante todo o ano

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Fundada em 1549, Salvador (BA) foi a primeira capital do Brasil e o centro administrativo da América Portuguesa por mais de dois séculos. Reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco desde 1985, o Centro Histórico preserva igrejas, conventos, largos e casarões ligados à história política, econômica e cultural do país.

A posição estratégica entre a Baía de Todos-os-Santos e o Oceano Atlântico transformou a cidade em um dos principais portos da colônia portuguesa, marcado pelo comércio de açúcar e pela chegada de milhares de africanos escravizados.

Hoje, Salvador reúne patrimônio histórico, gastronomia, música, festas populares e manifestações religiosas que mantêm vivas diferentes influências culturais.

Reconhecimento

A Unesco reconheceu Salvador pela preservação do traçado original da Cidade Alta e de um dos mais importantes conjuntos urbanos coloniais das Américas. O Centro Histórico reúne igrejas, conventos, prédios públicos e casarões construídos entre os séculos 17 e 19.

O título também considera o papel da cidade como ponto de encontro entre culturas europeias, africanas e indígenas, herança presente na arquitetura, na religiosidade, na gastronomia, na música e nas tradições locais.

O que fazer

Entre os principais atrativos estão:

  • Pelourinho: um dos principais cartões-postais de Salvador, reúne casarões coloridos, igrejas históricas, museus, centros culturais e apresentações artísticas.

  • Elevador Lacerda: liga a Cidade Alta à Cidade Baixa e oferece uma das vistas mais conhecidas da Baía de Todos-os-Santos.

  • Catedral Basílica de Salvador: uma das igrejas mais importantes do país, conhecida pelo interior ricamente ornamentado.

  • Igreja e Convento de São Francisco: considerada uma das maiores expressões do barroco brasileiro, destaca-se pelos detalhes em ouro e pelo conjunto artístico.

  • Largo do Terreiro de Jesus: reúne importantes construções históricas e é um dos principais pontos de encontro do Centro Histórico.

  • Museu da Misericórdia: instalado em um edifício histórico, apresenta parte da história da cidade e da Santa Casa da Bahia.

  • Mercado Modelo: localizado na Cidade Baixa, reúne lojas de artesanato, gastronomia típica e vista para a Baía de Todos-os-Santos.

  • Basílica do Senhor do Bonfim: um dos principais símbolos religiosos da Bahia, conhecida pelas fitinhas coloridas e pela tradicional Lavagem do Bonfim.

  • Casa do Carnaval da Bahia: museu interativo dedicado à história da maior festa popular da cidade.

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Quando visitar

Salvador recebe visitantes durante todo o ano, mas alguns períodos tornam a experiência ainda mais especial:

  • Carnaval (fevereiro ou março): considerado um dos maiores do mundo, reúne trios elétricos, blocos e apresentações em diferentes circuitos da cidade.

  • Festa de Iemanjá (2 de fevereiro): realizada no bairro do Rio Vermelho, reúne milhares de fiéis e visitantes, que levam flores e oferendas ao mar em homenagem à Rainha das Águas.

  • Lavagem do Bonfim (janeiro): cortejo que percorre cerca de oito quilômetros até a Basílica do Senhor do Bonfim, tradição que reúne manifestações religiosas e culturais há mais de 250 anos.

  • Semana Santa: igrejas históricas recebem celebrações religiosas e programação especial.

  • Festival da Primavera (setembro): espalha shows, apresentações culturais, gastronomia e atividades ao ar livre em diferentes bairros da capital.

Ao longo do ano, Salvador também recebe festivais gastronômicos, eventos culturais, festas populares e manifestações religiosas que movimentam o Centro Histórico.

Como chegar

Salvador conta com um dos principais aeroportos do Nordeste e recebe voos diretos das principais capitais brasileiras e de destinos internacionais.

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Quem chega de avião desembarca no Aeroporto Internacional de Salvador, a cerca de 30 quilômetros do Centro Histórico. O trajeto pode ser feito de carro, táxi, transporte por aplicativo ou ônibus.

Para quem viaja de carro, o acesso é feito principalmente pelas rodovias BR-324 e BR-101, que conectam a capital baiana a diferentes regiões do estado.

Patrimônio Mundial

A Lista do Patrimônio Mundial reúne locais reconhecidos pela Unesco por sua importância cultural, natural ou histórica para a humanidade. Os bens inscritos são considerados de Valor Universal Excepcional e passam a integrar uma relação internacional de patrimônios, cuja preservação é de interesse mundial.

O Brasil possui atualmente 26 bens inscritos na lista, distribuídos entre as categorias Cultural, Natural e Mista.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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