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Sine de Várzea Grande abre maio com 191 vagas e amplia oportunidades de trabalho

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O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Várzea Grande inicia o mês de maio com 191 vagas de trabalho disponíveis nesta terça-feira (5). As oportunidades atendem diferentes níveis de escolaridade e áreas de atuação, com destaque para funções na construção civil, no setor industrial e 10 vagas destinadas a pessoas com deficiência (PCDs).

Entre os cargos com maior número de vagas estão servente de obras (30), auxiliar de linha de produção (20), operador de vendas (14), jardineiro (10) e pedreiro (9).

O coordenador do Sine/VG, Fábio Silva, destaca que as vagas são atualizadas frequentemente e reforça a importância de manter o cadastro atualizado. “Diariamente novas vagas são inseridas no sistema, por isso é fundamental que o trabalhador mantenha seus dados atualizados e procure o Sine para aumentar as chances de inserção no mercado de trabalho”, afirmou.

O Sine de Várzea Grande é vinculado à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Turismo e conta com dois pontos de atendimento presencial: uma unidade no bairro Cristo Rei, junto ao Ganha Tempo, e outra no segundo andar do Várzea Grande Shopping, no Centro de Cidadania.

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Além do atendimento presencial, os interessados também podem consultar as vagas pela internet, no site oficial da Prefeitura de Várzea Grande, por meio da plataforma “Trabalha VG”.

Ao todo, há oportunidades para ajudante de carga e descarga (1), ajudante de motorista (1), ajudante de obras (6), ajudante de serralheiro (1), analista de logística (2), assistente de compras (1), auxiliar administrativo (1), auxiliar de conservação de obras civis (1), auxiliar de cozinha (1), auxiliar de estoque (7), auxiliar de expedição (2), auxiliar de limpeza (2), auxiliar de linha de produção (20), auxiliar de pessoal (1), balanceiro (3), balconista (1), chefe de serviços de limpeza (1), comprador (1), consultor de vendas (1), controlador de pragas (3), eletricista (5), encarregado de manutenção (3), engenheiro mecânico (1), estoquista (1), forneiro de padaria (2), inspetor de qualidade (1), instalador de película (insulfilm) (1), jardineiro (10), lubrificador de automóveis (3), mecânico de manutenção de aparelhos de refrigeração (5), mecânico de manutenção de máquina industrial (1), mecânico de manutenção e instalação elétrica (1), montador de estrutura metálica (3), motofretista (1), oficial de manutenção (5), oficial de manutenção civil (5), operador de caixa (3), operador de fundição (1), operador de máquina de dobrar chapas (1), operador de máquina de construção civil e mineração (7), operador de plataforma de petróleo (1), operador de telemarketing (2), operador de vendas (lojas) (14), pedreiro (9), promotor de vendas (4), servente de obras (30), soldador (7), técnico de edificações (1), técnico de engenharia civil (1), técnico de produção (1), torneiro mecânico (1), vendedor no comércio de mercadorias (1) e vendedor interno (2).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Prefeita decreta calamidade financeira em Várzea Grande e no DAE após bloqueio de R$ 19 milhões e avanço da dívida bilionária de precatórios

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Município, que arrecada cerca de R$ 2 bilhões por ano, acumula aproximadamente R$ 1 bilhão em precatórios e passou a desembolsar cerca de R$ 6 milhões por mês para quitar a dívida judicial. Além disso, sofreu o bloqueio de recursos do ICMS e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A medida determina cortes de gastos e prioridade à manutenção dos serviços essenciais.

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, decretou situação de calamidade financeira e fiscal em toda a administração municipal e também no Departamento de Água e Esgoto (DAE). Os dois decretos foram publicados em edição extra do Diário Oficial dos Municípios nesta quinta-feira (16) e estabelecem uma série de medidas de contenção de despesas para evitar o agravamento da crise fiscal.

A decisão foi motivada pelo bloqueio judicial de R$ 19 milhões nas contas do município, atingindo recursos do ICMS e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além do elevado comprometimento das finanças com o pagamento de precatórios. Embora tenha arrecadação anual em torno de R$ 2 bilhões, Várzea Grande acumula uma dívida de aproximadamente R$ 1 bilhão em precatórios, situação que tem comprometido a gestão financeira. Atualmente, o município desembolsa cerca de R$ 6 milhões por mês para cumprir o cronograma de pagamentos judiciais, valor muito superior aos cerca de R$ 500 mil mensais pagos pela gestão anterior.

Antes da publicação dos decretos, na quarta-feira (15), a prefeita reuniu secretários municipais e vereadores para apresentar o cenário financeiro da administração e explicar as medidas adotadas.

Segundo Flávia Moretti, a gestão conseguiu recursos por meio de emendas parlamentares para áreas como Saúde, Assistência Social e Infraestrutura, mas a falta de aprovação de um projeto de remanejamento orçamentário pela Câmara Municipal impediu a utilização desses valores.

“Desde 2025 busquei emendas para custear principalmente a Saúde, a Assistência Social e a Infraestrutura. Quando precisei de um remanejamento orçamentário, o dinheiro ficou parado na Câmara Municipal por ‘brio’ do presidente daquela Casa. Por isso, tive que utilizar recursos próprios para pagar despesas que poderiam ser custeadas com as emendas”, afirmou.

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A prefeita informou ainda que o bloqueio judicial ocorreu após o não pagamento de três parcelas de precatórios, de aproximadamente R$ 6,5 milhões cada, referentes a débitos acumulados nos exercícios de 2023 e 2024.

Ela também afirmou que o município enfrenta outros passivos herdados de gestões anteriores, como uma dívida de R$ 19,4 milhões em créditos tributários e outra de R$ 36 milhões, que impedem a emissão de certidões fiscais. Segundo a gestora, sem a aprovação de um projeto pela Câmara Municipal autorizando o parcelamento desses débitos, Várzea Grande continuará impossibilitada de acessar recursos provenientes de emendas parlamentares.

Durante a reunião, Flávia Moretti pediu o empenho dos secretários na redução de despesas e afirmou que a prioridade será manter os serviços essenciais.

“Agora é hora de apertar os cintos. Precisamos reduzir despesas, cortar tudo o que não for essencial e concentrar esforços para garantir os serviços básicos à população.”

Os decretos determinam a suspensão da criação de novas despesas, da realização de eventos e festividades, da aquisição de bens permanentes sem caráter urgente e da celebração de novos contratos, salvo em situações indispensáveis. Todas as secretarias terão cinco dias úteis para apresentar um plano de redução de gastos administrativos.

Saúde, Educação, Assistência Social, folha de pagamento, limpeza urbana e abastecimento de água passam a ter prioridade absoluta na destinação dos recursos públicos.

DAE em situação crítica

Em outro decreto, a prefeita também declarou estado de calamidade financeira no Departamento de Água e Esgoto (DAE/VG), apontando que a autarquia enfrenta um grave desequilíbrio econômico que ameaça a continuidade do abastecimento de água no município.

O documento cita decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), que apontou irregularidades nas contas da autarquia, déficit orçamentário de R$ 28,7 milhões, dívida de R$ 172,2 milhões com a concessionária de energia elétrica, créditos não inscritos em dívida ativa que somam R$ 158,8 milhões e um passivo em precatórios superior a R$ 314 milhões.

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O DAE terá prazo de 60 dias para apresentar um Plano de Recuperação Econômico-Financeira contendo diagnóstico da situação, metas para aumento da arrecadação, cronograma de investimentos e medidas para restabelecer a sustentabilidade da autarquia.

Procuradoria explica alcance do decreto

O procurador-geral do Município, Maurício Magalhães, explicou que o decreto tem caráter administrativo e busca criar condições para reorganizar as contas públicas sem interromper a prestação dos serviços essenciais.

“O decreto estabelece um regime extraordinário de gestão fiscal para enfrentar uma situação financeira extremamente delicada. O objetivo é preservar os serviços essenciais, reorganizar as finanças do município e implementar medidas de recuperação fiscal, sempre dentro da legislação e dos princípios da responsabilidade fiscal.”

Segundo ele, a decretação da calamidade financeira não produz, automaticamente, os efeitos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“O reconhecimento administrativo permite a adoção imediata de medidas de contenção e reorganização das despesas. Já os efeitos específicos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal dependem do reconhecimento pelos órgãos competentes, conforme estabelece o próprio decreto.”

A situação de calamidade financeira terá validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada caso os indicadores fiscais e financeiros não apresentem melhora no período.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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