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Auxílio-aluguel a mulheres vítima de violência é aprovado após parecer do vereador Jeferson Siqueira

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02/02/2024
Auxílio-aluguel a mulheres vítima de violência é aprovado após parecer do vereador Jeferson Siqueira

O presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), da Câmara de Cuiabá, vereador Jeferson Siqueira (PSD), nesta sexta-feira (02) ao dar parecer favorável pela derrubada do veto do prefeito, Emanuel Pinheiro (MDB), ao projeto de emenda aditiva da vereadora, Maysa Leão (Republicanos), afirmou que a obrigação da CCJR é respeitar o regime interno da Casa de Leis e aprovar projetos que refletem diretamente no bem-estar da população cuiabana.

Evidenciando que o trabalho da comissão é ser imparcial, Jeferson parabenizou a colega de parlamento por desenvolver propostas que auxiliam na proteção de mulheres em situação de vulnerabilidade na capital.

“O instrumento que rege as decisões da CCJ é exatamente aquilo que é constitucional e respeita os regimentos internos desta Casa. Ou seja, não tenho dúvida que esse projeto da vereadora Maysa Leão é constitucional e tem toda fundamentação, e mais que isso, reflete diretamente aqueles que dependem do poder público com as mulheres que são vítimas de violência doméstica e precisam, no mínimo, deste amparo imediato, parabéns vereadora. Portanto, quero deixar claro que a CCJ é imparcial!”, disse

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O projeto de emenda aditiva acrescenta ao projeto de lei que disponibiliza auxílio-aluguel para mulheres vítimas de violência doméstica e familiar no município de Cuiabá, uma cláusula que prioriza mulheres com mais de dois filhos menores de 5 anos e/ou com filhos com deficiências.

Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

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O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

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O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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