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Baixinha destaca que vai trabalhar pela melhoria da agricultura familiar em Cuiabá

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24/01/2025
Baixinha destaca que vai trabalhar pela melhoria da agricultura familiar em Cuiabá
Da Assessoria – Vereadora Baixinha Giraldelli

Durante a primeira reunião da Comissão de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Rural, na tarde desta quinta-feira (22), na Câmara de Cuiabá, a vereadora Baixinha Giraldelli (Solidariedade) destacou que o grupo será responsável por deliberar projetos de lei, proposições, assuntos que sejam relevantes para os produtores e que valorizem a categoria e a agricultura familiar.
A vereadora destacou a luta dos produtores rurais que precisam de apoio para garantir seus direitos.
“É importante frisar que vamos debater a reforma agrária, a conservação da terra e o manejo de insumos, entre outros temas. O valor do produtor é indiscutível, e vamos lutar pelos direitos deles. Nossos pequenos produtores precisam ser valorizados, pois sem a agricultura familiar a cidade não se desenvolve”, disse a parlamentar.
Na ocasião, Baixinha pontuou que a agricultura é um instrumento eficaz de indução de desenvolvimento econômico e justiça social, que deve ser mais debatido e valorizado sempre. “Essa Comissão terá o dever de levar ações e garantias que possam assegurar essas famílias do campo. Quero que o produtor esteja comigo unido para lutar pela categoria”, comentou Baixinha.&nbsp
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A presidente da comunidade Bairrerinho, Stephany Maristan agradeceu a parlamentar. “Agradeço o seu apoio e queremos que isso vá à frente. Queremos sim equipamentos, tratores, calcários. Obrigada vereadora, que essa luta continue e que a gente seja valorizada”.
O senhor Joel da comunidade Santa Tereza e o senhor Braulino no Rio dos Couto lembraram que a falta de equipamento nas comunidades tem dificultado o trabalho do pequeno agricultor. “Nós somos mais de 15 comunidades, tem um trator para essas 15 comunidades. Santa Tereza está a 79 quilômetros daqui do distrito de Cuiabá, e na região tem um trator. Mas, ele não consegue atender a demanda de todos. No período produtivo não consegue, no Santa Tereza não tem um trator para que o produtor consiga trabalhar a terra e produzir”, explicou o senhor Joel.&nbsp
A vereadora acrescentou que tem que fazer uma luta grande porque existem verbas para buscar que são direcionadas para este auxílio. “Temos verbas do PRONAF (Programa de Fortalecimento da Agricultura) e plano Safra para os pequenos produtores. É que essa verba tem que chegar realmente pra quem precisa para quem planta para quem está na terra”, finalizou.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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