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Cuiabá recebe certificação da ONU como cidade resiliente
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O município de Cuiabá recebeu nesta terça-feira (19), o certificado “Making Cities Resilient 2030 (MCR2030) – Construindo Cidades Resilientes” liderada pelo Escritório das Nações Unidas para a Redução de Riscos (UNDRR).
Ao todo, apenas 1.039 cidades no mundo aderiram ao programa. O documento é conferido aos municípios que fomentam as condições de enfrentamento às situações de emergência causadas por desastres naturais.
Desta forma, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Defesa Civil Municipal, vem desenvolvendo as 10 ações essenciais propostas pela ONU no campo estrutural, institucional, de planejamento e de gestão de riscos para garantir que a cidade se torne mais inclusiva, segura, resiliente e sustentável até 2030.
O diretor da Defesa Civil de Cuiabá, José Pedro Zanetti, falou sobre a importância do programa.
“Esse programa tem como base 10 passos básicos que vão desde a organização do sistema de redução de risco, redução de vulnerabilidade, proteção da população, melhorias da cidade como um todo e várias outras ações. Nós já fomos certificados uma vez e agora Cuiabá está novamente fazendo parte desse programa. Já temos alguns passos alcançados e isso é muito bom para o município, pois fazemos parte de um grupo em que apenas 1,3 mil cidades do mundo estão inscritas”, destacou Zanetti.
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, enalteceu o esforço e a dedicação dos profissionais. “A adesão denota, mais uma vez, que a capital mantém uma gestão que pauta-se pela proteção, ao que possui de maior valor, o seu povo. O certificado é um reconhecimento ao município e sua capacidade de atuar de forma imediata diante de eventos”, declarou o prefeito.
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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.
A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.
A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.
“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.
“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.
A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.
Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.
A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.
O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.
Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.
O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT


