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Isenção de IPTU e de Alvará para setor hoteleiro é aprovado na Câmara

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Secom CMC

Emenda complementa projeto que garante benefício para setores de comércio e serviço
A emenda aditiva da vereadora Michelly Alencar (Dem) que garante isenção, remissão e anistia de IPTU e taxa de alvará para o setor hoteleiro da capital foi aprovada na Câmara de Cuiabá nesta quinta-feira (10.02.22)
A proposta da vereadora complementa o Projeto de autoria do Executivo que concede isenção de impostos para setores de comércio de serviços afetados economicamente com a pandemia de Covid-19.
Serão contemplados restaurantes, bares, academias, instituições de ensino, transporte, atividades ligadas ao setor cultural e de eventos, salões de beleza e estética, entre outros. No entanto, os hotéis e pousadas da capital não estavam contemplados na mensagem da Prefeitura.
Será concedida remissão ou anistia do IPTU e taxa de alvará para os anos de 2020 e 2021 e isenção para 2022. O projeto leva em conta as medidas restritivas adotadas para controle da pandemia que acabaram afetando o fluxo de caixa de muitas empresas.
A vereadora Michelly Alencar elogiou a proposta pois entende que o Poder Público deve promover medidas de apoio ao setor econômico especialmente neste momento em que muitos sofreram com os impactos da pandemia. “Essa pauta e a aprovação desse projeto é fruto de muita negociação e diálogo com esses segmentos. São empresas que geram emprego e fomentam a nossa economia, mas que ainda estão arcando com os prejuízos em razão da pandemia”, disse a vereadora.&nbsp

Ana Rosa Fagundes/Gabinete Vereadora Michelly Alencar

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Prefeitura debate regras para moradias populares e ocupação urbana em Cuiabá

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A ocupação do solo urbano e as condições mínimas para construção de moradias de interesse popular pautaram uma audiência pública conduzida pelo prefeito de Abilio Brunini e pelo secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Portocarrero, na noite desta quinta-feira (21), em Cuiabá. O encontro debateu alterações na Lei Complementar 389/2015, que trata do uso e ocupação do solo no município.

Realizada no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME), a audiência reuniu representantes do setor imobiliário, arquitetos, urbanistas, empresários, especialistas e moradores da capital. O debate se estendeu por mais de quatro horas, marcado por apresentações técnicas, manifestações da sociedade civil e discussões sobre os impactos urbanísticos e sociais da proposta.

Entre os principais pontos discutidos esteve a previsão de parcelamento mínimo dos lotes em 200 metros quadrados. A proposta, segundo os gestores municipais, busca garantir melhores condições de habitabilidade, qualidade urbana e dignidade às famílias contempladas por empreendimentos habitacionais populares.

Durante a audiência, o prefeito Abilio Brunini defendeu que o crescimento urbano de Cuiabá precisa estar alinhado à qualidade de vida da população. Segundo ele, a cidade possui espaço e demanda para diferentes modelos de construção e faixas habitacionais, sem abrir mão de critérios urbanísticos que assegurem conforto, infraestrutura e bem-estar aos moradores.

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“O desenvolvimento da cidade precisa ser pensado para as pessoas. Cuiabá tem um mercado imobiliário forte e capacidade para atender todas as faixas de construção, mas é necessário garantir condições adequadas para quem vai morar nesses espaços”, resumiu o prefeito durante o debate.

O secretário José Portocarrero ressaltou que a discussão integra o planejamento urbano defendido pela gestão municipal e reforçou que a audiência pública representa o início de um amplo diálogo com a sociedade antes do encaminhamento da proposta à Câmara Municipal.

“Estamos abrindo esse debate para ouvir especialistas, empresários e a população antes que o projeto siga para análise do Legislativo. O objetivo é construir uma cidade mais equilibrada, sustentável e com melhores condições urbanas para todos”, destacou o secretário.

As contribuições apresentadas durante a audiência passarão por análise técnica antes da elaboração final da minuta do projeto de lei, que ainda será apreciada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE) e posteriormente encaminhada à Câmara Municipal de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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