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Kássio Coelho propõe a inclusão da ozonioterapia na saúde pública de Cuiabá

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22/02/2024
Kássio Coelho propõe a inclusão da ozonioterapia na saúde pública de Cuiabá
O vereador Kássio Coelho (PRD) propôs o projeto de lei 24/2024, nesta terça-feira (20.02), regulamentando a prescrição da ozonioterapia no município, conforme a Lei Federal 14.648/23. A ozonioterapia é uma técnica que utiliza o ozônio, uma forma de oxigênio, para tratar diversas doenças e enfermidades.
Caso o projeto de lei seja aprovado em plenário e sancionado pelo prefeito, será autorizado os procedimentos da saúde e terapias de caráter complementar por meio da ozonioterapia na capital.&nbsp
Segundo o vereador, a medida tem benefícios comprovados por estudos científicos e é praticada em mais de 50 países. A lei também prevê que o custo com a saúde será reduzido em até 80%, pois o ozônio previne e cura mais de 260 doenças e enfermidades.
A ozonioterapia é uma técnica que consiste na aplicação de uma mistura de oxigênio e ozônio por diversas vias de administração, como intravenosa, intramuscular, subcutânea, tópica, retal, vaginal, entre outras.
“Cerca de 25.500 médicos utilizam este método na Europa atualmente e, somente na Alemanha são realizados em média sete milhões de tratamentos todos os anos. Trata-se de um tratamento seguro, conforme estudo realizado na década de 1980, pela Sociedade Médica Alemã de Ozonioterapia. Envolveram 384.775 doentes, em que foram realizados 5.579.238 tratamentos, com somente 40 casos com efeitos colaterais, discretos e 4 óbitos forma observados, sendo a ozonioterapia considerada desde então, a mais segura de todas as terapias médicas (apenas 0.0007%) de risco”, justificou o vereador.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa

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A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.

Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.

“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.

Fundamentação Legal e Auditoria

A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.

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A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.

O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.

Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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