CUIABÁ
Prefeito recebe carta da Embaixada de Israel propondo parcerias
CUIABÁ
O prefeito Abílio Brunini recebeu uma carta oficial da Embaixada de Israel no Brasil, assinada pelo embaixador Daniel Zonshine, parabenizando-o pela vitória nas eleições e o novo posto de chefe do Poder Executivo na capital. O texto destaca a disposição do governo israelense em estabelecer uma parceria com Cuiabá em áreas estratégicas, como inovação tecnológica, cidades inteligentes, saúde, agricultura e educação.
Na carta é oferecida a expertise do país, reconhecido mundialmente como líder em soluções inovadoras, para colaborar com a gestão municipal em projetos que visem a melhoria da qualidade de vida da população.
Entre as propostas, está a assinatura de uma declaração de intenções para cooperação em inovação, além de iniciativas concretas de implementação de tecnologias em áreas como saneamento, transporte público e construção sustentável.
Outro ponto relevante abordado no documento é a importância do combate ao antissemitismo. O embaixador destacou a definição da International Holocaust Remembrance Alliance (IHRA) como uma ferramenta essencial para enfrentar o problema, que vem crescendo em diversas partes do Brasil e do mundo.
Zonshine mencionou que 11 estados brasileiros, incluindo Mato Grosso, e três capitais já adotaram a definição e sugeriu que Cuiabá também avance nessa direção.
Além disso, o embaixador reforçou o convite para que o prefeito Abílio Brunini visite a Embaixada de Israel em Brasília e, futuramente, o próprio Estado de Israel. O encontro, segundo Zonshine, seria uma oportunidade de aprofundar as discussões sobre cooperação, fortalecer laços entre as duas comunidades e formalizar a assinatura de um acordo de parceria.

Em resposta, o prefeito Abílio Brunini agradeceu a carta e manifestou interesse em estabelecer uma parceria com Israel, ressaltando a importância da inovação como motor para o desenvolvimento urbano e social.
“Receber essa proposta do governo de Israel é uma honra para Cuiabá. Estamos abertos a construir pontes de cooperação que possam transformar nossa cidade”, comentou o prefeito.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal
O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.
Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.
A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.
A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.
A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.
A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.
Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.
A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.
Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.
Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.
A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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