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Procon Municipal faz orientações de compra no período de páscoa
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O Procon Municipal, no uso de suas atribuições, orienta os consumidores que vão às compras no período pascal. O foco das aquisições nessa época são os chocolates e pescados, produtos típicos do período. Os cuidados visam garantir um consumo consciente e seguro, para que a efetiva proteção dos direitos dos consumidores prevaleça.
Pesquisar preços em diferentes estabelecimentos, tanto físicos quanto virtuais, é uma das diretrizes recomendadas e está amparada no princípio da liberdade de escolha e da informação adequada, conforme estabelece o Código de Defesa do Consumidor.
É necessário redobrar a cautela diante de ofertas promocionais e condições de venda. Calcular o valor unitário do produto pode ajudar a avaliar se, de fato, existe vantagem em adquirir mais de um item, como no conhecido “leve 3 e pague 2”.
Optar por produtos alternativos, como chocolates em barra, caixas ou produtos artesanais, no lugar dos ovos de Páscoa industrializados, pode representar uma solução economicamente mais viável.
A validade e as condições de armazenamento são responsabilidades atribuídas ao fornecedor e regulamentadas pela Anvisa. Portanto, ao adquirir o produto, o consumidor deve certificar-se dessas condições, considerando que itens expostos ao calor excessivo, sem refrigeração ou armazenados de forma inadequada, representam risco à saúde — além da obrigatoriedade do respeito ao prazo de validade.
Ovos de Páscoa ou produtos que contenham brinquedos devem, obrigatoriamente, apresentar a advertência: “Atenção: contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade”, além do selo do Inmetro. Trata-se de uma exigência de segurança voltada ao público infantil. A ausência dessas informações configura infração sanitária e violação à legislação vigente.
PESCADO
A aquisição de pescados também merece atenção. É fundamental verificar a procedência e adquirir os produtos em estabelecimentos que sigam normas sanitárias e mantenham refrigeração adequada.
Um detalhe ao qual muitos não se atentam é a observação dos aspectos do pescado fresco, como olhos brilhantes, guelras avermelhadas, carne firme e cheiro característico.
No caso de produtos congelados, não deve haver cristais de gelo excessivos nem embalagens violadas ou danificadas. É necessário confirmar a data de validade, a origem, o modo de conservação e o registro nos órgãos competentes.
Desconfie de preços muito abaixo da média praticada no mercado, o que pode indicar má qualidade ou produto próximo ao vencimento.
Em todas as situações, exija e conserve o comprovante de compra. Ele é essencial para o exercício do direito de troca, reparação ou ressarcimento, especialmente nos casos de vício do produto ou descumprimento da oferta.
Além disso, todas as informações fornecidas ao consumidor devem ser claras, precisas e ostensivas, sendo vedadas práticas comerciais que possam induzir o consumidor em erro. O Procon Cuiabá reforça que a inobservância dessas diretrizes poderá ensejar responsabilização civil, administrativa e, se cabível, penal por parte do fornecedor.
“Com responsabilidade, cautela e acesso à informação, o consumidor pode exercer plenamente seus direitos e evitar prejuízos durante as compras de Páscoa. Em caso de irregularidades, orientamos que o cidadão formalize denúncia junto ao Procon Municipal de Cuiabá para que as providências cabíveis sejam adotadas”, ressalta o secretário adjunto do Procon Municipal de Cuiabá, Alexandre César Lucas.
Canais de Atendimento
O atendimento presencial do Procon Municipal de Cuiabá ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Joaquim Murtinho, nº 554, Centro.
Telefone/WhatsApp: (65) 3632-6400.
#PraCegoVer
A imagem mostra a frente da sede do Procon Municipal, pintada nas cores verde e branca.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.
A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.
A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.
A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.
“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.
O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.
“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.
A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.
Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.
A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.
O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.
Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.
O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT


