CUIABÁ
Vereador propõe dar nomes a 2 praças e um centro de multiuso nos bairros Santa Rosa e Novo Terceiro
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O vereador Mário Nadaf (PV) apresentou, na terça-feira (05.12), três projetos de lei para homenagear pessoas e entidades que marcaram a história dos bairros Santa Rosa e Novo Terceiro. Os projetos propõem dar nomes a duas praças e um centro de multiuso nessas regiões.
O projeto de lei n. 330/2023 sugere que a praça localizada entre as Ruas Espanha, Inglaterra e Avenida Portugal, no bairro Santa Rosa, seja chamada de Praça Maria Aparecida Andrade Corrêa da Costa. A homenagem é uma forma de reconhecer a trajetória de uma importante moradora do bairro, que era assistente social formada na UFMT e mãe da promotora de Justiça, Maria Fernanda Corrêa da Costa, e da procuradora do Estado, Flávia Beatriz Corrêa da Costa. A iniciativa atende ao pedido dos moradores, que querem preservar a memória da praça.
Já o projeto de lei n. 328/2023 indica que o espaço localizado entre as Ruas Taubaté e Tarapicó, no bairro Novo Terceiro, receba o nome de Praça Mãe Medianeira.
“A sugestão do nome surgiu do desejo da comunidade local de preservar memória de uma importante santa: Nossa senhora Medianeira de Todas as Graças, local que dá o nome da paróquia localizada na praça do bairro, o que com certeza tornará o espaço público devidamente homenageado”, justificou o vereador.
Por fim, o projeto de lei n. 329/2023 propõe que o Centro de Multiuso do bairro Novo Terceiro, localizado na Rua Taubaté, seja denominado de Etevino José do Carmo. O senhor Etevino foi um dos fundadores do bairro, carpinteiro e morador da Rua de Dentro, que foi afetada pela enchente de 1974.
“Ele era um homem alegre, que gostava de tocar e cantar cururu e siriri, de pescar e jogar truco espanhol, e de fazer festas com seus familiares e amigos”, finalizou Nadaf.
SECOM – Câmara Municipal de Cuiabá
Fonte: Câmara de Cuiabá – MT
CUIABÁ
Prefeitura abre auditoria para investigar pagamento irregular de iluminação em condomínios e descarta nova taxa
A Prefeitura de Cuiabá instaurou uma auditoria, por meio da Controladoria-Geral do Município, para apurar pagamentos irregulares de iluminação em vias internas de condomínios fechados nos últimos cinco anos. Os valores apurados serão encaminhados ao Ministério Público para buscar o ressarcimento aos cofres públicos, e a administração reitera que não há qualquer criação ou cobrança de nova taxa para a população.
Em coletiva realizada nesta quarta-feira (23), o prefeito Abilio Brunini explicou que a medida cumpre estritamente a legislação federal e municipal, que proíbe o uso de dinheiro público para manutenção de áreas privadas.
“Não existe nenhuma taxa sendo criada ou aplicada. A prefeitura não está cobrando nada dos condomínios nem repassando custos. O que a lei determina é simples: dinheiro público não pode pagar conta de energia dentro de propriedade privada”, destacou o prefeito.
Fundamentação Legal e Auditoria
A irregularidade foi descoberta durante um trabalho técnico da Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) para a substituição de lâmpadas antigas por tecnologia LED. Durante o mapeamento dos pontos, os técnicos constataram que a iluminação de vias internas de condomínios fechados estava sendo faturada para o município.
A prática fere o artigo 189 da Resolução nº 1.000/2021 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que veda expressamente o enquadramento de vias internas de condomínio na classe de iluminação pública.
O município ressalta que a relação de fornecimento de energia elétrica dentro dessas propriedades é exclusiva entre a concessionária Energisa e os próprios condomínios. À Prefeitura cabe apenas exigir da concessionária a devolução dos recursos pagos indevidamente ao longo dos últimos cinco anos.
Durante o levantamento, a equipe técnica também identificou inconsistências em documentos apresentados no passado para autorizar as cobranças, incluindo suspeita de falsificação de assinatura de gestores. Todo o material auditado pela Controladoria será enviado ao Ministério Público Estadual (MPE) para que adote as providências cabíveis e garanta o retorno do dinheiro aos cofres municipais.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



