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Vereadora propõe solução emergencial ao Centro Histórico de Cuiabá

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03/05/2024
Vereadora propõe solução emergencial ao Centro Histórico de Cuiabá
A vereadora Maysa Leão (Republicanos), integrante da Comissão de Indústria e Comércio da Câmara de Cuiabá, propôs para os seus pares, uma solução emergencial para a região central da capital, local histórico e que hoje se encontra sob pedido de ‘socorro’. A vereadora contou com a presença do arquiteto Luis Alberto Ambrósio Camara, que apresentou juntamente com a republicana um projeto a ser aplicado na cidade.&nbsp
“Nós ouvimos muito falar que o Centro Histórico de Cuiabá pede socorro. E o arquiteto Luiz Camara é uma pessoa que tem propriedade, que vive em Cuiabá, que conhece a cidade e que trabalha nessa área. Ele, ao invés de só falar, trouxe uma solução”, declarou a vereadora Maysa Leão.&nbsp
O projeto emerge da ideia de uma Parceria Público Privada (PPP) de estabilização e retrofit de fachada das casas do centro histórico, ao qual muitos se encontram em situação deteriorada. Na prática, seria oferecida uma dedução fiscal em IPTU às empresas que se propuserem a participar da revitalização do Centro de Cuiabá.
“De primeiro sensibilizar mais ainda a população em relação ao que está acontecendo no Centro Histórico. E isso é uma coisa que me entristece bastante como arquiteto Então eu criei um projeto que seria o ‘SOS Centro Histórico’. Ele não recuperaria piso interno em casa, ele não recuperaria porta interna, nada disso. Efetivamente seria um projeto para estabilizar estruturalmente a fachada do imóvel, ou seja, para não cair, coisa que está acontecendo toda hora. E eu senti que seria um projeto para estabilizar a estrutura emergencialmente, não deixar o imóvel cair e pintar, deixar a fachada perfeita, atraindo a visitação do público e servindo justamente de demonstração do que poderia ser o nosso histórico”, declarou o arquiteto Luis Camara, na Comissão de Indústria e Comércio.&nbsp
Além de participar da Comissão, o arquiteto discursou na Tribuna Livre sobre o projeto, que foi bem recebido pelos vereadores da Casa. A vereadora Maysa Leão agendará uma audiência pública para debater a efetivação da iniciativa.
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Justiça suspende despejo de famílias em Cuiabá após agravo da Prefeitura

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A Prefeitura de Cuiabá conseguiu uma liminar junto ao Poder Judiciário de Mato Grosso para suspender a desocupação de quase 500 unidades habitacionais no Residencial Villas das Minas e nos condomínios Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A medida foi concedida pelo desembargador Rodrigo Roberto Curvo após recurso apresentado pela Prefeitura, por meio da Procuradoria-Geral do Município e reunião do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini na tarde desta sexta-feira (17)

O Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo foi protocolado na tarde de hoje e acompanhado do procurador-geral, Luiz Antônio Araújo Jr, e do procurador-geral adjunto, Rober Caio Ribeiro. No encontro o gestor municipal defendeu a suspensão imediata da ordem de desocupação para garantir o avanço da regularização fundiária.

Ao analisar o pedido, o magistrado reconheceu o risco social da retirada coletiva e deferiu parcialmente a liminar. “Defiro parcialmente o efeito suspensivo pleiteado, exclusivamente para suspender a eficácia da ordem de imissão na posse coletiva contida na decisão agravada”, destacou na decisão.

Na prática, a medida impede, neste momento, a desocupação de cerca de 496 unidades habitacionais ocupadas há mais de duas décadas, evitando impacto direto sobre famílias em situação de vulnerabilidade.

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O recurso apresentado pela Procuradoria também solicita a retomada do processo de Regularização Fundiária Urbana de Interesse Social (REURB-S), a suspensão de sanções impostas ao Município e o encaminhamento do caso à Comissão de Soluções Fundiárias, com base em diretrizes do Conselho Nacional de Justiça para garantir tratamento humanizado.

Apesar da decisão favorável quanto à suspensão do despejo, o desembargador optou por não analisar, neste momento, o mérito completo da ação, mantendo a paralisação da REURB até manifestação da relatora natural do caso.

Durante a agenda no Tribunal, o prefeito destacou que a prioridade da gestão é assegurar o direito à moradia. “Nós viemos ao Tribunal de Justiça apresentar o nosso recurso e reforçar que o nosso objetivo não é retirar ninguém. O que queremos é garantir a regularização dessas áreas, dar segurança jurídica para essas famílias e assegurar o direito à moradia”, afirmou.

A decisão está alinhada a recomendações da Corregedoria-Geral da Justiça e a entendimentos do Supremo Tribunal Federal sobre conflitos fundiários coletivos, priorizando soluções que evitem despejos em massa sem análise social prévia.

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Com a liminar, o Município ganha fôlego para buscar uma solução definitiva para a área, enquanto o processo segue para análise da desembargadora relatora.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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