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Vigilância Epidemiológica aponta que Cuiabá tem 36 casos confirmados de Monkeypox

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Cuiabá contabiliza 36 casos confirmados de Monkeypox (Varíola dos Macacos), dos 56 que foram notificados até o momento. Sendo o primeiro deles registrado no dia 27 de julho deste ano. Segundo a Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, é importante que pessoas que tiveram contato com casos positivos fiquem atentas aos sintomas e caso percebam aparecimento deles procurem uma unidade de saúde. Do total de notificações, 13 aguardam resultados e 7 deram negativos.

“O paciente é atendido em qualquer Unidade de Saúde. Se as lesões forem características de Monkeypox, é feita a notificação imediata para a Vigilância. Com essa notificação, a equipe vai a Unidade de Saúde, junto com os profissionais, fazer a investigação. É coletado o material e encaminhado para o Lacen que envia a amostragem para o laboratório de referência nacional. Importa dizer que em qualquer local que o paciente entrar na rede é feita a coleta”, explicou Flávia Guimarães, gerente de Vigilância Epidemiológica, informando ainda, que a maioria das pessoas alvo da doença é adulta com idade entre 18 e 40 anos.

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Dos 36 positivados na Capital, dois deram entrada em unidades de saúde de Várzea Grande, mas são moradores de Cuiabá.

Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, ínguas, calafrios e cansaço em excesso. Em até três dias após o aparecimento da febre, começam a surgir lesões na pele. Na fase final, a lesão apresenta uma crosta. As lesões são características mais específicas para Monkeypox, a coleta é feita nas lesões.

Em caso de suspeita, o indivíduo deve procurar ajuda médica e permanecer em isolamento imediatamente. O médico também deve ser informado se teve contato com pessoas/casos positivos, com animal ou humano doente e material contaminado. Importante ressaltar que animais sadios não transmitem a doença.

Transmissão

A principal forma de transmissão da doença é por meio de relação sexual, mas não é a única. Ela ocorre quando uma pessoa entra em contato com o vírus, podendo ser através do contato com animal doente, materiais ou humanos contaminados. A transmissão entre humanos pode ocorrer por secreções respiratórias (gotículas), através de lesão na pele (mesmo que não seja visível), por meio de objetos recentemente contaminados e de fluidos corporais e secreções das membranas mucosas (olhos, nariz ou boca).

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Cuiabá capacita profissionais da saúde para identificação e acolhimento de crianças vítimas de violência

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O encontro ocorreu no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC), com apoio da POLITEC Mato Grosso e da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), reforçando a integração entre saúde, perícia e formação acadêmica.

O treinamento teve como foco o Centro Médico Infantil (CMI), serviço que atua como referência no atendimento de crianças e adolescentes de até 14 anos, 11 meses e 29 dias.

A secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Deisi Bocalon, destacou a importância da formação contínua.

“Nossa missão vai além de tratar o ferimento físico. O Maio Laranja nos lembra que a saúde é um elo vital na garantia de direitos. Capacitar nossas equipes significa oferecer um porto seguro para quem está em extrema vulnerabilidade, garantindo proteção integral”, afirmou.

A unidade é considerada porta de entrada para casos suspeitos ou confirmados de violência, com papel essencial na identificação precoce de sinais de risco.

Entre dezembro de 2025 e abril de 2026, o CMI registrou 17 atendimentos relacionados à violência, sendo 11 casos de violência sexual.

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Durante a capacitação, foi reforçado o protocolo adotado na unidade, que organiza a resposta da rede de forma integrada e imediata:

1. Identificação e acolhimento
Realizado pela equipe de Psicologia e Serviço Social, com escuta qualificada da criança e do responsável.

2. Atendimento médico
Avaliação clínica, solicitação de exames e, quando indicado, início de profilaxia pós-exposição (PEP).

3. Notificação obrigatória
Preenchimento da ficha do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

4. Acionamento da rede de proteção
Comunicação imediata ao Conselho Tutelar e demais órgãos da rede.

5. Encaminhamento e seguimento
Encaminhamento para acompanhamento na Atenção Primária ou serviços especializados, com continuidade do cuidado na rede.

O objetivo do fluxo é garantir resposta rápida, proteção imediata e evitar a revitimização.

A diretora do HPSMC, Janaina Pinheiro, reforçou a agilidade no atendimento.

“O CMI acolhe casos complexos em momentos de crise. Esses treinamentos são fundamentais para garantir identificação rápida e fluxo humanizado”, disse.

A gerente de Atendimento Terapêutico do HPSMC, Júlia Assis, também destacou o impacto da capacitação no cuidado multiprofissional.

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“Fortalece a escuta qualificada e reduz a revitimização, qualificando o cuidado às crianças e adolescentes”, afirmou.

A ação integra as estratégias da Prefeitura de Cuiabá para fortalecimento da rede de proteção da infância e adolescência, com atuação integrada entre saúde e órgãos de garantia de direitos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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