Deputado pede alteração de índice para cálculo do aumento nas tarifas
Faissal promete recorrer ao TRF1 contra reajuste na energia elétrica
ECONOMIA
O deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) afirmou nesta quarta-feira (13) que irá recorrer ao Tribunal Regional Federal (TRF1) para tentar trocar o índice utilizado no contrato com a Energisa, pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), para calcular o reajuste da energia elétrica em Mato Grosso. Na terça (12), a autarquia aprovou o reajuste anual da tarifa da Energisa Mato Grosso em 20,36% para clientes residenciais e 22,55% na média de todas as categorias. O reajuste entra em vigor no sábado (16).
Entre os apontamentos feitos pelo parlamentar, está o fato de que nossos consumidores já pagam altas tarifas e a discrepância entre a porcentagem de clientes e o quanto eles representam de lucro nos balanços contábeis da Energisa em todo o país. O deputado sugere que a Aneel altere o índice utilizado no contrato. Atualmente, é aplicado o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), mas Faissal pediu que estes termos fossem revistos e que fosse o mesmo alterado para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
“Ingressamos uma ação na Justiça Federal sobre a nossa tarifa. Não tivemos a concessão da liminar que queríamos, mas iremos recorrer ao TRF. O contrato é antigo, de 1997, e prevê índices de correção que são abusivos e não podemos deixar que isso aconteça. Eu avisei que teríamos esse ano o maior reajuste de todos os tempos, como de fato aconteceu e o índice de 22,5% é muito alto. Não temos uma boa prestação de serviços e estamos pagando caro por isso”, afirmou.
Faissal afirmou que o aumento é muito acima do que os trabalhadores brasileiros estão tendo de reajustes em seus salários, e a inadequação do índice correto contribui para isso. Ele lamentou a decisão da agência, mas prometeu que buscará na Justiça a correção do aumento utilizando o IPCA, ao invés do IGP-M.
“Infelizmente acabaram tirando do Judiciário e do Poder Legislativo e ficamos reféns das decisões da Aneel. Hoje em dia, eles têm o chamado mérito administrativo, mas toda vez que ele ofende algum dos princípios do direito administrativo, como o preço módico e justo, podemos recorrer ao Poder Judiciário e foi isso que fizemos. Entrei com a ação para que seja trocado o IGPM, que em 2021 foi de 30%, pelo IPCA, que no mesmo período, foi de 6%. Isso fará uma diferença enorme na nossa conta de energia. Queremos um índice justo, que retrate a nossa realidade”, completa.
ECONOMIA
Franquias sem funcionários ganham força no Brasil e atraem investidores
São Paulo (SP), outubro de 2025: Em um cenário em que empresários enfrentam dificuldades crescentes para contratar e reter mão de obra qualificada, o modelo de franquias sem necessidade de funcionários vem ganhando protagonismo no mercado brasileiro. Com base no autosserviço, essas operações reduzem despesas fixas, simplificam a rotina de gestão e garantem mais previsibilidade nos resultados. Um dos cases desse movimento é a LavPop, rede de lavanderias autônomas do Grupo FROTH, que registrou crescimento de 67% na venda média no primeiro semestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. Hoje, a marca conta com mais de 100 unidades espalhadas por diferentes estados, e a meta é encerrar o ano com mais de 20 lojas inauguradas.
Entre os diferenciais de franquias neste formato, como a LavPop, está a ausência de folha de pagamento, considerada um dos maiores custos de pequenos e médios empreendedores. Sem equipe, o franqueado elimina encargos trabalhistas, reduz riscos de turnover e ganha mais autonomia sobre o próprio tempo. Além disso, a gestão se torna mais enxuta e prática, já que não há necessidade de lidar com escalas de trabalho, treinamentos ou processos de contratação. O modelo permite também maior padronização no atendimento, uma vez que a experiência do cliente é guiada por equipamentos e sistemas digitais.
Do ponto de vista do consumidor, essa modalidade oferece liberdade e praticidade, já que o próprio cliente realiza a lavagem e a secagem das roupas, no tempo dele, sem depender de atendentes. Além disso, trata-se de um processo mais ágil, pois o ciclo completo costuma durar entre 60 e 75 minutos, sendo muito mais rápido do que os serviços tradicionais. Os preços são mais baixos em comparação às lavanderias convencionais, com pacotes mais econômicos. Já o espaço, geralmente, tem funcionamento estendido ou 24h, permitindo uso fora do horário comercial, e com localização próxima a supermercados, academias e universidades.
Um dos pontos que merece atenção é a infraestrutura oferecida aos clientes, já que é indispensável ter equipamentos industriais que lavam e secam com maior eficiência do que máquinas domésticas. “Os produtos utilizados também se tornam um atrativo durante a higienização das peças. No caso das lojas da LavPop, utilizamos detergente profissional e amaciante, além de um exclusivo produto desengraxante que aumenta a eficiência da limpeza e a remoção de sujeira das roupas. Vale ressaltar que os insumos são biodegradáveis e não prejudicam o meio ambiente. Ou seja, o consumidor tem uma experiência diferenciada com o resultado que é considerado superior ao que ele teria com maquinário e produtos geralmente usados em casa. Para os consumidores que gostam de marcas comprometidas com questões voltadas ao ESG, vale observar se as lavanderias possuem processos eco-friendly que garantem economia de água e energia, como é o nosso caso”, ressalta Fábio Roth, fundador e presidente do Grupo FROTH.
Potencial de crescimento
Outro ponto que torna o formato atrativo é o investimento inicial competitivo. Para abrir uma unidade da LavPop, por exemplo, o aporte parte de R$ 210 mil, com faturamento médio mensal estimado em R$ 15 mil e lucratividade entre 20% e 30%. O retorno sobre o investimento ocorre entre 24 e 40 meses, com a vantagem de operar em um setor de demanda recorrente, que pode ser implantado em diferentes tamanhos e perfis de cidades, de norte a sul do Brasil. Recentemente, a rede anunciou uma condição em que é possível que os franqueados aluguem os maquinários, fazendo com que o investimento inicial para abrir uma operação caia para R$ 125 mil.
“Com novidades tecnológicas em fase de testes e uma estratégia de expansão sustentável, a LavPop ilustra na prática como franquias sem funcionários podem se tornar uma alternativa de investimento rentável, simples de operar e alinhada às transformações no comportamento de consumo. O plano de expansão da rede respeita as particularidades regionais, mantendo nosso compromisso com eficiência operacional, suporte ao parceiro e qualidade da experiência do usuário final. Tudo isso, por meio de um modelo de negócio de autosserviço que tem baixa complexidade de gestão, boa rentabilidade, potencial de expansão e investimento enxuto”, finaliza Alex Quezada, head de Operações da LavPop e vice-presidente do Grupo FROTH.
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