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Arena Pantanal recebe orquestra com participação da cantora Vanessa da Mata neste sábado (8)

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A Arena Pantanal recebe, neste sábado (8.3), o concerto inicial da temporada 2025 da Orquestra Sesi MT, com a participação da cantora Vanessa da Mata.

O público poderá acompanhar gratuitamente a estreia do projeto Sesi na Arena, que acontece na área externa do equipamento esportivo da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), às 20h.

“É um grandioso evento que reforça o papel de todo o Complexo Arena Pantanal como espaço multiuso da cultura, do esporte e do lazer. Com certeza, nossa população vivenciará um momento incrível, com orquestra e cantora maravilhosas, em um espaço seguro e agradável proporcionado por investimentos do Governo de Mato Grosso ao longo dos últimos anos”, afirmou o secretário David Moura.

Nascida em Mato Grosso, Vanessa da Mata é uma das maiores representantes da música popular brasileira. Acompanhada pela Orquestra Sesi MT, a cantora interpretará grandes sucessos de sua carreira, como “Não me deixe só”, “Boa Sorte”, “Ai ai ai” e “Boa Reza”, além de canções com arranjos exclusivos preparados para a ocasião.

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“Ter Vanessa da Mata na abertura da temporada é um presente para o público. Sua conexão com a música popular brasileira trará um brilho especial para essa noite memorável”, destaca o maestro Fabricio Carvalho, que conduz a apresentação.

O concerto especial é feito em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado neste sábado (8). Os ingressos para o concerto de abertura são gratuitos e podem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla – clique aqui para acessar.

Basquete Máster no Ginásio Aecim Tocantins

O ginásio poliesportivo Aecim Tocantins, que também integra o Complexo Arena Pantanal, sedia o torneio de Basquete Master, entre sexta-feira (7.3) e domingo (9.3).

Promovido pela Associação Mato-grossense de Basquete Máster, o evento reúne atletas de 35 a 55 anos. São quatro equipes másters disputando o título do torneio, jogando todas contra todas. Na sexta-feira (7), o torneio começa às 19h, no sábado (8), às 14h, e no domingo (9), às 8h.

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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