MATO GROSSO
Bens sem uso ganham nova função social em doação ao Instituto Lions da Visão
MATO GROSSO
O Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT) realizou a doação de bens inservíveis ao Instituto Lions da Visão, em uma iniciativa que transforma equipamentos já sem utilidade para o Judiciário em apoio direto a uma entidade que presta serviços relevantes à sociedade. Os bens foram entregues na segunda-feira (26 de janeiro) em Cuiabá.
A doação contempla equipamentos de informática classificados como antieconômicos, como CPUs, monitores e microcomputadores, que não tinham mais utilidade para a administração do TJMT, mas que poderão ser reaproveitados pelo Instituto Lions da Visão em suas atividades institucionais. Ao todo, foram doados 20 itens, conforme Termo de Entrega constante no processo administrativo.
A autorização para a doação foi concedida após análise técnica e administrativa que confirmou a viabilidade e a conveniência do repasse. A decisão levou em consideração a legislação vigente e normas internas do TJMT, assegurando que todo o procedimento fosse realizado de forma regular e transparente.
A entrega dos bens foi formalizada com o recebimento pelo representante do Instituto Lions da Visão, encerrando o trâmite administrativo e garantindo que os equipamentos passem a cumprir uma nova função social.
A publicação oficial da doação de bens inservíveis nº 74/2025 está disponível no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) de quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, na página 8.
Autor: Adellisses Magalhães
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
MATO GROSSO
Réu é condenado a 28 anos por homicídio e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Nova Mutum condenou Bruno Feitoza da Silva pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e participação em organização criminosa, na última sexta-feira (11). A pena foi fixada em 28 anos, sete meses e 18 dias de reclusão, além do pagamento de 20 dias-multa, em regime inicial fechado. O réu não poderá recorrer da sentença em liberdade. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença reconheceu a materialidade dos crimes, a autoria e as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), Bruno Feitoza da Silva integrava uma organização criminosa estruturada e com divisão de tarefas, voltada à obtenção de vantagens por meio da prática de delitos. Em janeiro de 2025, ele e outros envolvidos ainda não identificados participaram do homicídio de Laercio Aquino Pereira da Silva. O crime ocorreu em uma estrada de acesso à área de descarte de recicláveis do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Nova Mutum. A vítima foi executada com diversos disparos de arma de fogo. Conforme apurado durante as investigações, o homicídio teve como motivação a atuação da organização criminosa, circunstância que caracterizou o motivo torpe. Também ficou comprovado que o crime foi cometido mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, levada a um local ermo e executada por agentes em superioridade numérica.
Fonte: Ministério Público MT – MT



