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Bombeiros resgatam gavião-carijó ferido em Campo Verde

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na sexta-feira (31.10), um gavião-carijó ferido que havia se abrigado dentro de um veículo no bairro Chácara das Uvas, em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá). A ação teve como objetivo garantir a segurança e o bem-estar do animal, que apresentava sinais de ferimento.

A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada pelo proprietário do veículo, que relatou que a ave se machucou ao colidir com a parede de sua residência e, em seguida, buscou abrigo no automóvel.

No local, os bombeiros militares encontraram o animal com um ferimento na asa esquerda. Para realizar o resgate com segurança, foi utilizada uma caixa de contenção. Após o procedimento, o gavião-carijó foi encaminhado a um hospital veterinário, onde recebeu os cuidados necessários.

O gavião-carijó (Rupornis magnirostris) é uma ave de rapina de médio porte, comum em áreas urbanas e rurais, conhecida por auxiliar no controle de pequenos roedores e insetos.

Espécie adaptável e importante para o equilíbrio ambiental, muitas vezes acaba se envolvendo em acidentes ao sobrevoar regiões habitadas. Por isso, o CBMMT ressalta que, ao avistar qualquer animal silvestre ferido ou em situação de risco, a população não deve tentar capturá-lo por conta própria. O ideal é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros Militar pelo telefone 193, para que o resgate seja feito com segurança, evitando ferimentos tanto aos animais quanto às pessoas envolvidas.

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Fonte: Governo MT – MT

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Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

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Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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