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Bombeiros retiram corpos de homem e cavalo presos às ferragens após acidente na MT-170

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realizou, na noite de sábado (1°.3), o desencarceramento de dois corpos, sendo de um homem e outro de um equino, que ficaram presos às ferragens de um veículo após um acidente na MT-170, em Brasnorte (a 588,5 km de Cuiabá).

A equipe da 14ª Companhia Independente de Bombeiros Militar (14ª CIBM) foi acionada por volta das 20h pela Polícia Judiciária Civil para atender a ocorrência, realizando a remoção dos corpos da vítima e do animal. Os procedimentos de primeiros socorros já haviam sido realizados por equipes de resgate. O acidente envolveu uma colisão frontal entre um veículo de passeio e um grupo de equinos, de acordo com informações repassadas pela Polícia Civil.

No local, os bombeiros militares identificaram que a parte frontal do veículo estava completamente destruída e que o corpo do cavalo foi projetado sobre os bancos do condutor e do passageiro devido ao impacto. No momento do acidente, apenas o condutor estava no veículo e o óbito foi confirmado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

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Após a conclusão dos procedimentos periciais, os bombeiros militares deram início à remoção dos corpos, empregando técnicas especializadas de desencarceramento para garantir uma operação segura e eficiente. Foi necessário cortar a lataria do veículo com equipamentos específicos para liberar os corpos. Para a remoção do cavalo, devido ao seu porte, foi requisitado o apoio de maquinários para içá-lo para fora do veículo.

Com o resgate das vítimas concluído, os corpos foram encaminhados aos órgãos competentes para os procedimentos necessários. Não há informações sobre a dinâmica da colisão.

Veja a atuação dos bombeiros nessa ocorrência

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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