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Centro de referência ofertará exames para pessoas com lesão na cabeça, pescoço ou boca

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O Centro Estadual de Odontologia para Pacientes Especiais (Ceope), administrado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), dedicará o dia 27 de julho exclusivamente para realizar palestras e exames clínicos de diagnóstico precoce de câncer de cabeça e pescoço e boca. Foram disponibilizadas 60 vagas para o atendimento.

Podem se cadastrar pessoas que tenham alguma lesão, ferida ou mancha (que não sara) na cabeça, pescoço ou boca. Os interessados devem agendar o exame de segunda a sexta-feira, das 08h às 17h, por meio deste número (65) 3641-5034. O agendamento pode ser feito enquanto houver vagas.

A ação é realizada em alusão à campanha nacional Julho Verde, que trabalha a prevenção do câncer de cabeça, pescoço e boca. A atividade também ocorre em celebração ao Dia Mundial do Câncer de Cabeça e Pescoço, comemorado anualmente no dia 27 de julho.

“Dedicaremos esse dia para realizar o atendimento exclusivo dos casos suspeitos de câncer de cabeça, boca e pescoço. O objetivo é conscientizar a população sobre o diagnóstico precoce e evidenciar que o Estado dispõe de uma unidade porta aberta para este serviço”, explica a diretora do Ceope, Martha Maria Aquilino.

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O Ceope é referência em Mato Grosso no diagnóstico destes tipos de câncer e a unidade funciona como porta aberta exclusivamente para este serviço.

Para passar pela avaliação nos demais dias, o paciente deve ir até a unidade, sem necessidade de regulação, com documento oficial com foto e o número do cartão do SUS. No local, é realizado exame clínico e, em caso de lesões suspeitas para câncer, o paciente é encaminhado para as unidades referenciadas no tratamento da doença.

Nos casos em que o diagnóstico de câncer é descartado, o paciente é conduzido para o tratamento adequado a patologia diagnosticada.

Outros serviços

A unidade também é referência no atendimento odontológico de pessoas com deficiência. No entanto, essa especialidade odontológica é ofertada somente para pacientes regulados pelas Unidades de Saúde ou hospitais via Sistema de Regulação (SISREG).

A unidade tem 17 anos de serviços prestados à pacientes com deficiência que apresentam movimentos involuntários que colocam em risco a sua integridade física, em sofrimento mental, com patologias sistêmicas crônicas, alterações genéticas, com distúrbio neurológico grave, entre outros perfis, além de diagnóstico de câncer.

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De janeiro a junho de 2023, o local realizou mais de 1.839 atendimentos a pacientes com deficiência, realizando 12.738 procedimentos odontológicos.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT realiza visita técnica à Patrulha Maria da Penha

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O Núcleo das Promotorias de Violência Doméstica e Familiar- Espaço Caliandra, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), realizou visita técnica à Patrulha Maria da Penha na tarde da última sexta-feira (24.04), em Cuiabá. A unidade é vinculada ao 1º Comando Regional da Polícia Militar.A promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, acompanhada de equipe técnica, foi recebida pelo tenente-coronel Douglas Catanante, comandante-adjunto do 1º Batalhão da Polícia Militar, além de policiais que atuam diretamente nas ações preventivas e repressivas. O trabalho da Patrulha inclui visitas periódicas a mulheres em situação de violência que possuem medidas protetivas concedidas pela Justiça.Durante a reunião, a sargento Márcia Gonçalina de Morais Almeida apresentou dados de produtividade e destacou que a Patrulha conta atualmente com 14 policiais militares, responsáveis pelo atendimento nos municípios de Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger e Barão de Melgaço.Segundo a sargento, atualmente são acompanhadas 1.282 mulheres. “Temos recebido um volume crescente de processos. Há uma demanda elevada, possivelmente em razão do aumento das denúncias e da maior disseminação de informações sobre a violência doméstica. As regiões com maior incidência incluem os bairros Osmar Cabral, Pedra 90, Dom Aquino e a Baixada Cuiabana”, afirmou.Ela explicou que o acompanhamento é realizado com base em classificação individual de risco: leve, moderado ou elevado. “Nos casos de maior risco, as visitas são mais frequentes. Essa avaliação é feita na primeira visita, quando o policial acolhe o relato da vítima e verifica, in loco, a situação”, detalhou.A promotora Claire Vogel Dutra manifestou preocupação com o aumento do descumprimento de medidas protetivas. “O descumprimento tem sido expressivo e tem levado à adoção de medidas mais rigorosas. O monitoramento eletrônico passou a ser aplicado com mais frequência como forma de impedir a aproximação do agressor, assim como houve aumento nas prisões”, pontuou.Claire também ressaltou a dificuldade na definição de competência para atendimento quando há notícia de descumprimento de medidas protetivas. “Ainda há dúvidas operacionais: a quem acionar nessas situações? Nem sempre se trata de flagrante para o 190, e há casos em que não se enquadra diretamente na atuação da Patrulha. Nesses casos, temos orientado o encaminhamento à Delegacia Especializada de Defesa da Mulher”, explicou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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