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CGE e Seplag promovem Encontro de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio no Serviço Público

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A Controladoria Geral do Estado (CGE) e a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) promovem, na próxima segunda-feira (17.10), o Encontro Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual no Serviço Público. O evento será realizado a partir de 13h30, no auditório da CGE-MT, com transmissão ao vivo pelo canal de YouTube da Controladoria.

A palestra inicial será sobre assédio sexual, com a procuradora federal (Advocacia-Geral da União), Roberta Negrão. Na sequência, para falar sobre assédio moral, o convidado será o professor titular da Universidade de Campinas (Unicamp), José Roberto Heloani.

Como debatedores, o evento terá a participação do pesquisador do Núcleo de Estudos Ambientais, Saúde e Trabalho da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maelison Silva Neves, e do especialista em Filosofia Clínica, também pela UFMT, Douglas Remonatto.

Para encerrar o encontro, a equipe técnica de Saúde e Segurança no Trabalho, de Corregedoria e de Ouvidoria, da Seplag e da CGE, explanará sobre prevenção e enfrentamento do assédio moral e sexual no Poder Executivo do Estado de Mato Grosso.

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Para participar e receber certificado, é preciso se inscrever antecipadamente em uma das modalidades (presencial ou online), pelo Sistema de Capacitação da CGE, até sexta-feira (14.10). 

O evento é voltado aos servidores públicos do Poder Executivo do Estado de Mato Grosso. As vagas são limitadas.

O objetivo é prevenir a ocorrência de assédio nas relações de trabalho e, na hipótese de ocorrer, orientar sobre os canais, formas de denunciar e a medidas administrativas que podem ser tomadas em relação à vítima e/ou ao suposto agressor, antes da instauração de apuração disciplinar. 

Inscrições (presencial)

Inscrições (online)

Mais informações: [email protected]

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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