MATO GROSSO
“Com o fim do período de chuvas, vamos assinar a ordem de serviço para mais 1.500 km de asfalto”, afirma secretário de Infraestrutura e Logística
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O Governo de Mato Grosso trabalha para asfaltar estradas que conectam diferentes regiões do Estado e criam rotas alternativas para o trânsito de veículos. São rodovias que, além de levar asfalto até cidades que não tinham nenhum acesso por via pavimentada, contribuem para encurtar distâncias e garantir o direito de ir e vir de todo cidadão.
É o caso de estradas como a MT-343, entre Cáceres e Barra do Bugres, que conecta a região Oeste e o Médio-Norte. Assim como a MT-140, que irá criar um novo corredor de transporte, entre Campo Verde e Sorriso, paralelo à BR-163.
Em entrevista ao programa De Olho na Cidade, da Rádio Difusora de Nortelândia, o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembrou que em janeiro de 2019 o Estado tinha dezenas de obras paradas, viaturas impossibilitadas de circular por falta de pagamento e o salário dos servidores sendo parcelado.
“Na infraestrutura, nós pegamos um estado desacreditado, que devia milhões de reais para as empresas e agora estamos com obras em todos os cantos. No final de março, com o fim do período de chuvas, nós vamos assinar a ordem de serviço para mais 1.500 km de asfalto”, destacou Marcelo de Oliveira.
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Além disso, pensando na logística, o Governo de Mato Grosso trabalhou para viabilizar a primeira ferrovia estadual do Brasil, autorizada no ano passado. O secretário frisou que o investimento em infraestrutura, além de gerar empregos com a contratação de trabalhadores para as obras, também impulsiona o comércio nas cidades que recebem os canteiros de obra.
“A ferrovia já é uma realidade, acreditamos que no ano que vem os trilhos começarão a ser colocados. Isso vai baratear muito o custo do frete em Mato Grosso”.
Em três anos, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) concluiu 1.242 quilômetros de asfalto novo, 1.003 km de restauração e 96 pontes de concreto. De acordo com Marcelo de Oliveira, o ajuste de contas realizado pelo Governo no começo de 2019 permitiu a realização dessas obras.
“É preciso destacar que esse é um governo que destina recursos para todas as secretarias. O imposto pago pelo cidadão retorna em saúde, em infraestrutura, em educação. O Governo está construindo dois hospitais enormes em Cuiabá, mais os hospitais regionais, novas escolas, investindo em segurança”, completou.
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Corpo de Bombeiros combate seis incêndios florestais neste sábado (10)
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combate, neste sábado (10.10), seis incêndios florestais registrados nos municípios de União do Sul, Nossa Senhora do Livramento, Juruena, Santa Terezinha, Paranatinga e Rosário Oeste.
Em todas as ocorrências, os bombeiros atuam de forma estratégica para conter o avanço das chamas, extinguir os incêndios, monitorar as áreas atingidas e proteger vidas, propriedades rurais e o meio ambiente.
As operações contam, conforme a necessidade de cada ocorrência, com o apoio do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM), da Defesa Civil Estadual, do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e da Polícia Militar. A atuação integrada das forças amplia a capacidade de resposta e fortalece o combate aos incêndios florestais em Mato Grosso.
Focos de calor
Em Mato Grosso, foram registrados 62 focos de calor nas últimas 24 horas, conforme a última checagem realizada às 17h no Programa BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os dados são do Satélite de Referência (Aqua Tarde). Desse total, 41 focos foram registrados na Amazônia e 21 focos no Cerrado.
Em Terras Indígenas, foram identificados seis focos de calor, sendo dois focos na Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis; dois focos na Terra Indígena Parque do Xingu, em Querência; e dois focos na Terra Indígena Terena Gleba Iriri, em Peixoto de Azevedo.
É importante destacar que um foco de calor, isoladamente, não caracteriza um incêndio florestal. O foco de calor é um indicativo de uma área com temperatura elevada, detectada por satélites, que pode ou não estar associada à ocorrência de fogo. Já um incêndio florestal, em geral, é identificado pelo conjunto de diversos focos de calor concentrados em uma mesma área. No caso das terras indígenas, o combate aos incêndios deve ser realizado por órgãos do Governo Federal, uma vez que o Estado não possui autorização para atuar.
Fiscalização – Operação Infravermelho
O Corpo de Bombeiros Militar também realiza o monitoramento do uso irregular do fogo no âmbito da Operação Infravermelho. Esse monitoramento é realizado a partir da Sala de Situação Central, instalada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá.
Com o apoio de imagens de satélite e outras tecnologias, a operação tem como objetivo identificar, de forma antecipada, áreas com risco de incêndio florestal ou onde o fogo já tenha sido iniciado de maneira ilegal, atuando tanto na prevenção quanto na responsabilização dos infratores.
Incêndios extintos
Desde o início do período proibitivo do uso do fogo em Mato Grosso, o Corpo de Bombeiros Militar já atuou na extinção de incêndios nos municípios de Água Boa, Araguaiana, Aripuanã, Barra do Garças, Boa Esperança do Norte, Bom Jesus do Araguaia, Campo Verde, Canabrava do Norte, Canarana, Chapada dos Guimarães, Cocalinho, Colíder, Colniza, Dom Aquino, Feliz Natal, Guarantã do Norte, Guiratinga, Juara, Lambari D’Oeste, Luciara, Marcelândia, Matupá, Nova Bandeirantes, Nova Maringá, Nova Nazaré, Nova Ubiratã, Nova Xavantina, Novo Santo Antônio, Novo São Joaquim, Paranatinga, Peixoto de Azevedo, Poxoréu, Primavera do Leste, Ribeirão Cascalheira, Rondonópolis, Rosário Oeste, Santa Terezinha, São Félix do Araguaia, União do Sul e Vila Rica.
Proibição do uso do fogo
O CBMMT reforça o alerta à população sobre a proibição do uso do fogo para limpeza e manejo de áreas rurais nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026. Nas áreas urbanas, o uso do fogo é proibido durante todo o ano.
O uso irregular do fogo pode configurar crime ambiental e está sujeito às penalidades previstas em lei. Além de ser proibida, a prática representa riscos à segurança pública, à saúde da população e ao meio ambiente. Casos de uso irregular do fogo, inclusive em áreas urbanas, devem ser denunciados pelos números 193 (Corpo de Bombeiros Militar) ou 190 (Polícia Militar).
Fonte: Governo MT – MT



