MATO GROSSO
Comandante-geral do Corpo de Bombeiros é eleito presidente de conselho nacional
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“Esses dias de trabalho foram extremamente produtivos e demonstraram o potencial de integração dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil. Compartilhamos e evidenciamos as conquistas alcançadas e os desafios que teremos pela frente, para aumentar a excelência dos nossos atendimentos. Enquanto presidente do Ligabom, buscarei fortalecer as corporações no país”, pontuou o coronel Alessandro Borges.
O encontro contou também com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, que ressaltou a importância da integração entre as corporações e o Poder Executivo Federal.
“Que os senhores possam estabelecer metas de eficiência em curto prazo. Pois a população carece urgentemente das ações de segurança. O Ministério é a casa do Corpo de Bombeiros Militar, é a casa da Segurança Pública”, afirmou o ministro Flávio Dino.
Nova mesa diretora
O comandante-geral do CBMMT já estava à frente do conselho desde o fim de janeiro de 2023, de forma temporária, e agora assume o biênio 2023-2024 após ser eleito pelos membros do Ligabom. Novos comandantes também foram eleitos para compor a nova mesa diretora.
1º Vice-presidente: Cel Célio Roberto Pinto de Araújo – CBMMA
2º Vice-presidente: Cel Alexandre dos Santos Cerqueira – CBMES
Regional Nordeste: Cel Adson Marchesini – CBMBA
Regional Norte: Cel Nivaldo Azevedo Ferreira – CBMRO
Regional Sul: Cel Manoel Vasco de Figueiredo Junior – CBMPR
Regional Sudeste: Cel Erlon Dias do Nascimento Botelho – CBMMG
Regional Centro-oeste: Cel Washington Luiz Vaz Júnior – CBMGO
Coordenadora Política: Cel Mônica de Mesquita Miranda – CBMDF
Durante o encontro, ocorreu também o nivelamento das informações de caráter interno, por meio dos Representantes Regionais; Comitês e setores administrativos. Os comandantes puderam participar de palestras com profissionais de segurança pública e responsáveis técnicos do Ministério da Justiça e SENASP, com objetivo de facilitar os encaminhamentos de cursos e aquisições.
Ligabom
Fundado em dezembro de 2003, o Ligabom é um Órgão Colegiado que representa as instituições nacionalmente, por meio da união dos comandantes-gerais. A criação do conselho é um marco histórico para a classe.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Nova Política Nacional de Educação Inclusiva é apresentada
A nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025 e pela Portaria MEC nº 421/2026, foi apresentada na manhã desta quinta-feira (20), na Sede das Promotorias de Justiça de Cuiabá, durante a capacitação “Abraçando as Diferenças”. A iniciativa do Ministério da Educação (MEC) estabelece diretrizes para fortalecer a inclusão de estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação, ampliando o apoio às redes de ensino e promovendo melhores condições de acesso, permanência, aprendizagem e participação escolar.A abertura dos trabalhos foi conduzida pela coordenadora-adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) Pessoa com Deficiência, promotora de Justiça Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que atuou como mediadora do encontro. Como palestrante, participou o coordenador-geral da Política Pedagógica da Educação Especial do Ministério da Educação, Marco Antônio Melo Franco, foi o responsável por apresentar as diretrizes, avanços e os desafios relacionados à implementação da nova política em todo o país.A PNEEI surge em contexto de crescimento das matrículas da educação especial em classes comuns e busca orientar a atuação das redes de ensino na construção de uma educação cada vez mais inclusiva. Entre as principais medidas, estão a regulamentação do profissional de apoio escolar, a definição de diretrizes para o Atendimento Educacional Especializado (AEE) e o fortalecimento da cooperação entre União, estados e municípios.Um dos destaques da política é a criação da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (RENEEI), que terá a missão de apoiar a implementação das ações, promover a formação continuada dos profissionais da educação e fortalecer a articulação entre as áreas de educação, saúde, assistência social e do sistema de garantia de direitos.Durante a apresentação, foram destacados dados que demonstram os avanços da educação inclusiva no país. Atualmente, o Brasil registra cerca de 2,5 milhões de matrículas na educação especial, das quais 93,5% correspondem a estudantes incluídos em classes comuns. Na rede pública de ensino, esse percentual alcança 98,1%.Outro avanço previsto na política é a utilização do estudo de caso como instrumento pedagógico para identificar barreiras à aprendizagem e definir estratégias de apoio aos estudantes. A proposta reforça que o foco da atuação educacional deve estar nas necessidades de cada aluno e na eliminação dos obstáculos que dificultam sua participação no ambiente escolar, e não exclusivamente em diagnósticos clínicos.A normativa também prevê a implantação dos Núcleos Intersetoriais de Educação Especial Inclusiva, compostos por representantes das áreas de educação, saúde, assistência social e órgãos de proteção de direitos. O objetivo é ampliar a atuação integrada dessas instituições e fortalecer o acompanhamento dos estudantes da educação especial.Durante o debate, o Ministério Público destacou a importância do monitoramento da implementação da política. Nesse contexto, Marco Antônio Melo Franco ressaltou que o Observatório da Educação Especial Inclusiva será uma das principais ferramentas para acompanhar a execução das ações em todo o território nacional.Segundo o coordenador, o observatório permitirá compreender como a política está sendo aplicada nas diferentes regiões do país, identificando desafios e oportunidades de aprimoramento das ações voltadas à inclusão escolar. Ele também reforçou a importância das parcerias institucionais, especialmente com o Ministério Público, para fortalecer a efetivação das políticas públicas educacionais.Entre as iniciativas previstas está o Selo Redes Educacionais Inclusivas, que reconhecerá experiências exitosas na promoção da inclusão escolar e contribuirá para a disseminação de boas práticas nas redes de ensino.A política prevê uma estrutura nacional de governança, com coordenadores e agentes distribuídos em todos os estados brasileiros para acompanhar a implementação das ações, promover a articulação entre os municípios e fornecer informações estratégicas ao Ministério da Educação.Atualmente, estão em andamento a estruturação dos centros de referência nas 27 unidades da Federação, a implantação do Observatório da Educação Especial Inclusiva e a organização dos núcleos intersetoriais que atuarão nos territórios.Saiba mais – A capacitação foi promovida pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), escola institucional do MPMT, em parceria com a Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico; o Centro de Apoio Operacional de Educação; e o Centro de Apoio Operacional Pessoa com Deficiência, com apoio da Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP-MT), Comunic@TEA e Turma do Jiló.
Fonte: Ministério Público MT – MT



