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Comarcas promovem ações em campanha contra violência sexual infantil

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O Juízo da Infância e Juventude Comarca de São José dos Quatro Marcos organizou diversas atividades para promover o dia 18 de maio, em alusão ao Dia Nacional ao Combate a Violência e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
 
Apresentações de teatro, palestras, panfletos, informativos, desenhos e decorações foram desenvolvidas com alunos da rede estadual, municipal e particular de educação, no intuito de conscientizar os pequenos sobre o assunto.
 
“O trabalho foi maravilhoso. Cada escola trabalhou algumas atividades ao longo da semana, respeitando a faixa etária das crianças, em conjunto, desenvolvendo temáticas e formas de apresentação”, destacou a agente da infância e juventude Sandra de Lima Longhi.
 
Na Comarca de Jauru, foi realizado um evento com palestras e vídeo educativo apresentados às crianças e adolescentes do serviço de convivência e fortalecimento de vínculo, ligado ao serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF).
 
A assistente social do fórum, Francisca Evanilda de Águida, e a psicóloga credenciada pelo Programa Bem Viver, Valéria Rios Prado, fizeram falas sobre como identificar uma situação de abuso ou assédio sexual e sobre a importância de não se calar.
 
Integrantes da Rede de Proteção da Criança e do Adolescente de Quatro Marcos também fizeram uma ação de pit-stop com panfletagem e informações nos semáforos do centro da cidade.
 
Colaboraram com a iniciativa os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Conselho Tutelar, Secretaria Municipal de Assistência Social, Secretaria Municipal de Educação e Diretoria Regional do Estado de Educação (DRE).
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Primeira imagem: foto horizontal colorida de um auditório com dezenas de crianças sentadas, vestindo uniforme branco e azul. À frente, uma mulher fala ao microfone e gesticula com as mãos. Segunda imagem: foto horizontal colorida de um grupo de profissionais e crianças e adolescentes em uma quadra poliesportiva. As adultas vestem camiseta branca da campanha 18 de maio e as crianças e adolescentes vestem colete preto com uma flor amarela. Ao fundo, tecidos nas cores amarelo e vermelho e balões coloridos.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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