CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros apaga incêndio em veículo e evita propagação para residência

Publicados

MATO GROSSO

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na tarde de quinta-feira (05.12), um incêndio em um veículo que estava na garagem de uma residência no bairro Jardim Primavera, em Lucas do Rio Verde (a 333,2 km de Cuiabá). A ação rápida dos militares impediu que as chamas se espalhassem para o imóvel.

A equipe da 13ª Companhia Independente Bombeiro Militar (13ª CIBM) foi acionada pelo número 193 para atender, inicialmente, a uma ocorrência de incêndio em residência. Diante da gravidade, duas viaturas de combate ao incêndio e uma Unidade de Resgate foram empenhadas para o local.

Ao chegar à residência, os bombeiros identificaram que o incêndio estava concentrado no veículo estacionado na garagem. A equipe agiu rapidamente, extinguindo as chamas e removendo o automóvel para evitar que o fogo se alastrasse pela estrutura da casa.

Após o combate às chamas, foi realizado o rescaldo para evitar a reignição do fogo. Além disso, os militares realizaram a ventilação tática positiva dentro da residência para a retirada de toda a fumaça que estava na área da casa.

Leia Também:  FCO oferta R$ 546,8 milhões em linhas de crédito para empresários e produtores rurais de MT

Embora o veículo tenha sido completamente destruído pelas chamas, a residência sofreu poucos danos em sua estrutura. Ninguém ficou ferido.

A Polícia Civil e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foram acionadas para investigar as causas do incêndio.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

Publicados

em

Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Leia Também:  Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA