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Corpo de Bombeiros combate incêndio em carro funerário na BR-163

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (7.1), um incêndio em um veículo funerário na BR-163, em Rondonópolis (219 km de Cuiabá).

As equipes do CBMMT foram acionadas por volta das 4h20 via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e prontamente se deslocaram ao local.

Ao chegar, os bombeiros militares constataram que se tratava de um veículo Santana Quantum, ano 2000, cor prata, adaptado para o transporte de urnas funerárias, pertencente a uma empresa funerária de Campo Grande (MS), que já estava completamente tomado pelas chamas.

Segundo relato do condutor, o veículo transportava uma urna contendo o corpo de uma mulher, que seria levado de Rondonópolis para São Paulo (SP).

Pessoas que passavam pela rodovia conseguiram retirar a urna do interior do veículo e tentaram conter o incêndio, porém sem êxito. As chamas só foram controladas após a chegada dos bombeiros, que realizaram o combate direto ao fogo. As causas do incêndio não foram confirmadas.

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A concessionária Rota do Oeste, responsável pela administração da BR prestou apoio durante a ocorrência com suporte necessário para a condução da urna após o ocorrido.

Fonte: Governo MT – MT

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Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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