MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros forma novos combatentes florestais nesta sexta-feira (29)
MATO GROSSO
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) realiza, nesta sexta-feira (29.8), às 11h, a solenidade de encerramento do 7º Curso de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (7º CPCIF). Ao todo, 30 novos especialistas serão formados e reforçarão as ações já realizadas pela corporação para o enfrentamento aos incêndios florestais em todo o estado.
A solenidade será realizada no Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), em Cuiabá, e contará com a presença do comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra; do secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Augusto de Camargo Roveri; além de outras autoridades.
Durante o curso, os bombeiros militares participantes foram capacitados para atuar em ambientes remotos, em operações aéreas e receberam instruções sobre legislação ambiental, fundamentos teóricos dos incêndios florestais, entre outros conteúdos voltados à especialização. A formação também incluiu atividades práticas, com simulações de combate a incêndios nos três biomas presentes em Mato Grosso: Cerrado, Amazônia e Pantanal.
O curso faz parte do plano estratégico do CBMMT, que visa fortalecer a capacidade de resposta da corporação frente às ocorrências ambientais em todo o estado. Como parte desse esforço, o Governo de Mato Grosso está investindo R$ 125 milhões em ações voltadas à prevenção e ao combate aos incêndios florestais, além de iniciativas para conter o desmatamento ilegal. Desse montante, R$ 78 milhões são destinados exclusivamente ao Corpo de Bombeiros Militar.
Serviço
Assunto: Corpo de Bombeiros forma novos combatentes florestais nesta sexta-feira (28)
Data: Sexta-feira (29.8)
Horário: 11h
Local: Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) – Avenida Dom Bosco, esquina com av. Dom Aquino, Cuiabá.
Fonte: Governo MT – MT
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Justiça decreta prisão de policial civil aposentado a pedido do MPMT
A pedido da 27ª Promotoria de Justiça Criminal de Cuiabá, a Justiça decretou na terça-feira (23) a prisão preventiva de Luciano Testa, policial civil aposentado acusado de agredir um idoso dentro do elevador de um condomínio residencial na capital. A medida foi determinada para garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e preservar a instrução criminal. A decisão, proferida pela 14ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve integralmente as medidas cautelares anteriormente impostas durante o Plantão Criminal, que continuarão vigentes de forma complementar após o cumprimento do mandado de prisão.Segundo o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), a agressão ocorreu em 11 de junho de 2026 e foi precedida por uma escalada de violência. Conforme o promotor de Justiça Rinaldo Ribeiro de Almeida Segundo, ameaças registradas em boletim de ocorrência em agosto de 2025 teriam se concretizado cerca de dez meses depois, quando o investigado teria agredido com socos e chutes um idoso de 62 anos, inclusive após a vítima cair ao chão. A esposa do idoso, que tentou intervir, também teria sido agredida e vítima de importunação sexual.Na manifestação, o MPMT argumentou que o acusado deixou o local antes da chegada da Polícia Militar e não foi encontrado em duas tentativas de intimação judicial, circunstâncias que reforçam o risco de evasão e de descumprimento de determinações judiciais. Para o Ministério Público, a sequência dos fatos evidencia a periculosidade do investigado, que é policial civil aposentado, possui treinamento em operações táticas especiais e acesso facilitado a armamentos. O órgão também sustenta que, em razão de sua condição funcional e rede de contatos, ele teria potencial para interferir na produção de provas e no depoimento de vítimas e testemunhas.O MPMT defendeu ainda que as medidas cautelares anteriormente impostas se mostraram insuficientes para neutralizar os riscos do caso, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio, compartilhando áreas comuns como elevadores, hall de entrada e garagem, o que mantém a possibilidade de novos confrontos.A Justiça reconheceu que a prisão preventiva é necessária. Na decisão, o juiz João Bosco Soares da Silva destacou a gravidade das agressões, a escalada de violência registrada desde 2025, o risco de novas investidas contra as vítimas e a insuficiência das medidas cautelares anteriormente impostas, especialmente porque acusado e vítimas residem no mesmo condomínio.
Fonte: Ministério Público MT – MT


