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Corrida do Judiciário: valor da inscrição acompanha padrão das principais provas de Cuiabá

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Banner colorido divulga a 7ª Corrida do Judiciário 2025, marcada para 9 de novembro. Em destaque, silhuetas de corredores e uma mulher sorridente ao fundo. Texto anuncia “Vem aí!”. Realização TJMT e AMAM.Já estão abertas as inscrições para a 7ª edição da Corrida do Judiciário, que devem ser feitas no site https://www.acronoesportes.com.br/eventos. A iniciativa é do Poder Judiciário de Mato Grosso, em parceria com a Associação Mato-Grossense de Magistrados (Amam), e oferece percursos de 2 km (caminhada), e 5 km e 10 km de corrida. O evento tem como proposta incentivar hábitos de vida saudáveis, promover a integração entre magistrados, servidores e a comunidade, além de estimular a prática esportiva.

Os valores de inscrição foram estabelecidos em R$ 150,00 para o público em geral e também para magistrados e servidores do Judiciário, acrescidos de R$ 10,00 referentes à taxa administrativa do site. Pessoas com deficiência (PCD) também podem se inscrever, conforme a regulamentação do evento. As vagas ficam disponíveis até 25 de setembro, podendo ser prorrogadas caso não sejam preenchidas.

De acordo com a presidente da Amam, juíza Jaqueline Cherulli, o valor da inscrição foi definido a partir de uma avaliação criteriosa sobre a estrutura necessária para a realização do evento e a qualidade do kit atleta, considerado um dos diferenciais desta edição. “Chegamos a esse valor com base no que está sendo ofertado. O nosso kit é diferenciado, bem mais enriquecido que o da versão anterior, porque buscamos dar à corrida o mesmo perfil das principais provas realizadas em Cuiabá, como as do TRT, OAB e Ministério Público. Além disso, ampliamos os percursos, trazendo distâncias de 5 km e 10 km, além da caminhada, para integrar ainda mais os participantes a esse universo tão prazeroso da corrida”, explicou.

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Entre os itens do kit estão camiseta de tecido especial, mochila personalizada, garrafinha de água, toalhinha de microfibra e barrinha de cereal. “São detalhes que chamam atenção pela beleza, pela qualidade e pela possibilidade de uso no dia a dia. O material é pensado para que o atleta utilize também nos treinos e em momentos de lazer”, destacou a magistrada.

Jaqueline Cherulli reforçou ainda que o valor da inscrição acompanha a realidade das corridas organizadas na capital neste ano. “Não é um valor que esteja fora do praticado. Todos os custos tiveram reajustes e a nossa preocupação foi oferecer troféus, medalhas e materiais de qualidade, representando com excelência o Judiciário de Mato Grosso dentro desse cenário esportivo”, completou.

A Corrida do Judiciário será realizada em Cuiabá e promete reunir atletas profissionais, corredores amadores, servidores, magistrados e membros da sociedade em uma manhã de esporte, saúde e integração.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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