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Crianças em situação de vulnerabilidade ganham nova casa em Cuiabá

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A Casa da Criança Cuiabana nº 8 será inaugurada às 17h30 desta quinta-feira (22/9). Por questões de segurança os endereços destas unidades especiais não são públicos. A nova casa de acolhimento tem capacidade para até 12 crianças, com idades entre 2 e 12 anos. Moderna e bem equipada ela promete ser referência como unidade acolhedora. “Ficou muito bonita. Cuiabá é referência nacional em termos de unidades acolhedoras. Um motivo de satisfação para todos nós. Já temos sete casas lares para diversos públicos e todas muito bem equipadas e montadas, com serviço de qualidade. Disse a juíza da 1ª Vara da Infância e Juventude de Cuiabá”, Gleide Bispo dos Santos.
 
A presidente da instituição, que administra a Casa Lar nº 8, Thereza Aparecida Morockoske, explicou que o início do chamamento público e do processo de normatização foi iniciado em janeiro deste ano. “É um procedimento bastante sério. As crianças estão em vulnerabilidade social ao extremo. O Conselho Tutelar resgata e o Judiciário nos encaminha. Devemos sempre estar preparados para recebê-las. Podem ser crianças abandonadas, abusadas ou terem sofrido maus tratos. A equipe técnica é composta de psicólogo e assistente social que atuam na reinserção destas crianças, via retorno às famílias ou adoção. É uma casa normal, com uma família diferente. Temos cuidadoras que ajudam no preparo destas crianças. Aqui temos tv, sofá, geladeira, fogão, camas. Os quartos são adequados de acordo com eles, dividido por idade e se são meninos ou meninas”.
 
As equipes atuam em escalas de 12h/36h de trabalho. As crianças recebem seis refeições ao dia. Café da manhã, lanche, almoço, lanche, jantar e ceia. “As crianças fazem atividades físicas e até equoterapia em alguns casos. Quando elas chegam de imediato levamos ao médico e dentista, além da matrícula na escola e da vacinação completa. Levamos e buscamos de todas as atividades. Eles são acompanhados em todos os lugares. Mexer com criança é pra quem gosta. Quando abrimos uma casa desta, sabemos que estamos amenizando o sofrimento, por isso nos preparamos bem para fazer nossa obrigação da melhor maneira possível”, ponderou a administradora da casa que conta com quatro suítes, brinquedoteca, cozinha, área de lazer, piscina e dispensa.
 
Hoje temos 522 crianças e adolescentes acolhidos em Mato Grosso. Somente em Cuiabá são 85 acolhidos. Casa Cuiabana 1, com 17 crianças; Casa Cuiabana 2, com 18 crianças; Casa Cuiabana 3, com 16; Projeto Nosso Lar (adolescentes sexo feminino), com 14 meninas; Casa Lar Família Social, com 5; Casa Caminho Redentor, outras 5 crianças; Projeto Nossa Casa (adolescentes do sexo masculino), com 9 acolhidos.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto 1: Brinquedoteca. Ambiente colorido e bem organizado, com vários brinquedos. No chão, um tapete colorido de peças para montar. Do lado direito, uma mesa com cadeiras na cor azul. Ao fundo estantes que armazenam brinquedos e outra mesa, maior. Foto 2: Um quarto com quadros de dinossauros estilizados, quatro camas com jogos de cama na cor verde e ao lado uma da outra. Ambiente iluminado e bem limpo.
 
Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Servidores participam de treinamento de brigada no MPMT

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Com o objetivo de fortalecer a segurança institucional e preparar servidores para atuar em situações de emergência, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), promove a segunda edição do Curso de Formação de Brigada de Incêndio. A capacitação atende às exigências da Norma Técnica nº 34/2020 do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso e da Norma Regulamentadora nº 23 (NR-23), voltadas à prevenção e ao combate a incêndios.O curso é realizado em duas turmas, com até 20 participantes cada, totalizando 40 vagas, e possui carga horária de 24 horas distribuídas ao longo de três dias. A formação contempla atividades teóricas e práticas sobre combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares relacionados à prevenção de riscos e resposta a emergências.Responsável pela instrução, o subtenente do Corpo de Bombeiros João Paulo Gonçalves ressaltou que a capacitação segue uma grade curricular voltada à atuação inicial em situações críticas. “Estamos trabalhando conteúdos de primeiros socorros básicos, noções de combate a incêndio e também planos de evacuação. Os participantes aprendem a identificar e prestar o atendimento inicial em situações como acidentes e até um infarto agudo do miocárdio, utilizando técnicas de primeiros socorros e reanimação cardiopulmonar”, explicou.A arquiteta e engenheira de segurança do trabalho do Núcleo Vida Plena, Ariadna Campos, destacou o caráter prático da formação. “O interessante do curso é que, logo após a explicação teórica, temos a demonstração dos procedimentos com os participantes e o instrutor. Isso facilita a compreensão e contribui para que eles desenvolvam mais segurança para atuar diante de uma emergência”, afirmou.A formação da brigada é considerada fundamental para a segurança dos ocupantes da edificação e para o atendimento das exigências legais relacionadas à obtenção e manutenção do Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico do Corpo de Bombeiros. Os servidores que concluírem a capacitação passarão a integrar a Brigada de Incêndio da unidade pelo período de um ano, atuando em ações preventivas e na resposta inicial a ocorrências de emergência.O conteúdo programático prevê 12 horas de aulas teóricas e 12 horas de atividades práticas, abrangendo combate a incêndio, primeiros socorros e conteúdos complementares, proporcionando uma formação completa para atuação em situações que exijam agilidade, preparo técnico e compromisso com a preservação da vida.A Lei Estadual nº 12.149/2023 estabelece o regime jurídico estadual de segurança contra incêndio e pânico e inclui expressamente a brigada de incêndio entre as medidas de segurança contra incêndio e pânico. A própria lei determina que essas medidas observem as normas técnicas editadas ou adotadas pelo CBMMT.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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