CUIABÁ
Pesquisar
Close this search box.

MATO GROSSO

Desembargadora Clarice Claudino realiza primeira reunião de alinhamento para o próximo biênio

Publicados

MATO GROSSO

A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Clarice Claudino da Silva conduziu, na manhã desta segunda-feira (23 de janeiro), a primeira Reunião de Alinhamento das Diretrizes da Gestão biênio 2023/2024, onde foram apresentadas a estratégia, diretrizes e metas que vão nortear as ações do Judiciário estadual.
 
O encontro reuniu desembargadoras(es), juízas(es) auxiliares da Presidência, Vice-Presidência e Corregedoria-Geral da Justiça, juízas e juízes, coordenadoras(es), diretoras(es) das áreas do tribunal, gestoras(es) das comarcas e de outros setores.
 
Na abertura da atividade, que ocorreu de forma virtual, a presidente falou da alegria de estar à frente da tarefa e missão que lhe foi confiada nesta grande engrenagem que é o Poder Judiciário do Estado. “Tenho certeza que cada um dos presentes tem um dom e por isso fazer parte dessa estratégica de crescimento. Essa reunião tem o escopo de nos conhecermos e compreendermos melhor as principais estratégias para 2023. Ao final deste ano realizaremos outra reunião com o mesmo objetivo, mas voltados para o ano de 2024”, disse a magistrada.
 
O mapa estratégico da instituição, que está alinhado às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foi apresentado pelo coordenador de Planejamento do TJ, Afonso Maciel, construído de 2021 a 2026, que reflete na missão institucional e no caminho a ser seguido nesta gestão com vistas a um Judiciário mais inclusivo, moderno, resolutivo, transparente e eficiente, buscando o alcance da missão.
 
Como uma espécie de bússola, o mapa estratégico traz a visão dos projetos a serem executados e realizados, com início meio e fim, por meio da cadeia de valor da Justiça estadual.
 
Colheita – Como não existe colheita sem semeadura, na atual Administração as ações serão planejadas, com direcionamento, priorização e metas claras. Semeadas, com preparação, cultivo e propósito. E conquistadas, com valor, contribuição, legado, reconhecimento e satisfação. São nortes que vão ao encontro do slogan da gestão: Semear a Paz. Fortalecer a Justiça.
 
Priorizações – Os projetos estratégicos priorizados para os próximos dois anos são: Gestão Estratégica de Pessoa; Revisão da Arquitetura Organizacional e Modernização de tecnologia da informação.
 
Direcionamento – Estes são os Objetivos e Resultados Chaves (OKR’s), que dão a visão para direcionar a gestão com entrega de valores e resultados a curto prazo, que busca resultado e benefícios atingidos. É por meio dessa metodologia que serão monitoradas a estratégia da instituição, aferindo e monitorando as metas dos resultados.
 
As atividades que precisam ser realizadas por todas as áreas do Poder Judiciário de Mato Grosso serão acompanhadas trimestralmente ao longo deste ano.
“Ficou bem definido o caminho que vamos olvidar para trilharmos juntos. A palavra de ordem é comprometimento e com esse espírito agradecemos a todos os presentes. Será uma rotina nos encontrarmos para receber o feed back e a contribuição permanente de todos e todas em busca do ideal de servir. Essa é uma missão e conclamo a todos porque juntos vamos mais longe”, disse a presidente ao final da reunião, se colocando à disposição para a caminhada de execução das ações e vivências que se inicia.
 
A vice-presidente do TJ, desembargadora Maria Erotides externou a satisfação em participar desta primeira reunião. “Vejo com muita alegria esses norteadores da nossa gestão: semear planejar e conquistar. Que sejamos sementes de um Judiciário eficiente e transparente. Quero reafirmar meu compromisso e da Vice-Presidência. Com tudo o que a senhora planejou, em conjunto com a equipe, estamos de mãos dadas”, afirmou.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagens: Foto 1: Captura de tela da reunião virtual. Tela dividida onde aparece a presidente Clarice Claudino sentada à mesa com os juízes auxiliares da Presidência e a diretora-geral do TJ.
Foto 2: Print de tela da reunião. Acima em plano maior está a tela com a presidente do TJ. Abaixo várias telas divididas com os participantes da reunião
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Última sessão de Maria Erotides é marcada por homenagens e emoção no TJMT
Propaganda

MATO GROSSO

Justiça determina suspensão cautelar de integrante do Conselho Tutelar

Publicados

em

A Terceira Câmara de Direito Público Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) deferiu pedido de antecipação de tutela recursal do Ministério Público Estadual e determinou o afastamento cautelar imediato de integrante do Conselho Tutelar de Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá). A decisão atende a recurso interposto pela 4ª Promotoria de Justiça Cível da comarca contra decisão da Vara Especializada da Infância e Juventude que havia negado o pedido de afastamento.A Justiça determinou que a pessoa investigada permaneça afastada do exercício das funções até o julgamento definitivo do recurso e da ação civil pública, sem prejuízo da continuidade do processo e da garantia do contraditório e da ampla defesa. Também foi assegurado o pagamento integral da remuneração durante o período de afastamento.A decisão estabelece prazo de 48 horas para o cumprimento da medida, período em que o membro do Conselho deverá se abster de exercer qualquer atividade relacionada ao cargo. O TJMT também determinou a comunicação ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), aos Conselhos Tutelares de Rondonópolis e à Prefeitura Municipal para adoção das providências necessárias, especialmente a convocação de suplente, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), garantindo a continuidade dos serviços prestados à população.Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 5 mil, limitada a 30 dias, a ser revertida ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, sem prejuízo de outras sanções administrativas, civis e penais cabíveis.A investigação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso teve início após a 4ª Promotoria de Justiça Cível da Infância e Juventude de Rondonópolis receber denúncia acompanhada de boletim de ocorrência relatando a suposta exigência e o recebimento de valores financeiros pelo integrante do Conselho Tutelar durante e em razão do exercício da função. Segundo o MPMT, a conduta investigada compromete a idoneidade, a moralidade administrativa e a confiança indispensáveis ao exercício do cargo.De acordo com a Ação Civil Pública, o caso começou a ser apurado em março de 2024, quando a pessoa passou a atender um pai que buscava providências relacionadas ao filho, então com cinco anos de idade. O denunciante alegava que a criança era vítima de maus-tratos e negligência. Conforme o MPMT, durante o acompanhamento do caso o membro do conselho teria solicitado e recebido valores em dinheiro do denunciante. Entre eles, R$ 5 mil entregues na residência da pessoa investigada, em maio de 2024.Ao analisar o pedido inicial, o juízo da Vara Especializada da Infância e Juventude negou a tutela de urgência. Entre os fundamentos apresentados estiveram a ausência de risco contemporâneo, a insuficiência de provas para justificar o afastamento antes da manifestação do investigado e a inexistência de perigo atual e concreto para as crianças e adolescentes atendidos pelo Conselho Tutelar.Inconformado com a decisão, o Ministério Público recorreu ao TJMT. “O interesse recursal decorre do prejuízo processual e material imposto pela decisão agravada, que mantém o conselheiro tutelar no cargo, mesmo diante dos fortes indícios da pratica de crime de corrupção passiva. Os atos praticados pelo requerido justificam a intervenção judicial para resguardar a moralidade administrativa, a credibilidade do órgão e, ao contrário do justificado na decisão, sobretudo, a necessidade de proteção integral dos direitos de crianças e adolescentes atendidos pelo Conselho Tutelar”, argumentou a promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower.Para ela, os possíveis efeitos da conduta investigada permanecem atuais e justificam a medida cautelar. “O perigo de dano, portanto, não decorre exclusivamente da data em que os fatos ocorreram, mas da permanência do agente no exercício de função pública cuja legitimidade pressupõe conduta ilibada.”, consignou.

Leia Também:  Tribunal de Justiça de Mato Grosso promove VIII Encontro de Sustentabilidade

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue lendo

CUIABÁ

POLÍCIA

POLÍTICA MT

MATO GROSSO

MAIS LIDAS DA SEMANA