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Documentário apoiado pelo Governo projetará turismo no Pantanal mato-grossense para o mundo

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“Duas Irmãs – A Marcha das Onças-Pintadas”, documentário apoiado pelo Governo de Mato Grosso, irá projetar o turismo no Pantanal mato-grossense para o mundo. A avaliação é do secretário adjunto de Turismo, Felipe Wellaton.

“O mundo irá conhecer as belezas do Pantanal mato-grossense, um bioma único com uma diversidade de fauna e flora incrível. Após o lançamento, o turismo na região deverá crescer ainda mais, com pessoas do mundo inteiro querendo conhecer de perto as onças, o maior felino das Américas. Isso irá movimentar a economia da região e fortalecer o turismo mato-grossense, que detém a maior concentração de onças do planeta. O Parque Encontro das Águas oferece esse turismo de observação natural, onde é possível ver a ação dos animais, procura que tem crescido em todo mundo”, afirmou o secretário adjunto.“Duas Irmãs” conta com direção de Lawrence Wahba e Mike Bueno, além de roteiro e supervisão editorial do cineasta francês Emmanuel Priou, vencedor do Oscar por “Marcha dos Pinguins”. A produção tem investimento de R$ 3,5 milhões do Governo do Estado.

O documentário aborda a rotina das onças-pintadas de oito anos Jaju e Âmbar, no Parque Estadual Encontro das Águas, localizado entre Poconé e Barão Melgaço, considerado atualmente o local de maior concentração de onças do mundo. O longa-metragem irá explorar o amor e união entre a família de onças, destacando a luta pela sobrevivência em um ambiente desafiador, onde elas enfrentam emocionantes confrontos com sucuris e jacarés.

Um desses confrontos foi gravado em setembro, quando Emmanuel Priou esteve em Mato Grosso para fazer novos registros para o documentário, em Poconé. Durante a visita, Priou destacou que o apoio do Governo de Mato Grosso garante que o documentário seja o “filme mais completo já feito sobre as onças do Pantanal”.

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Esta foi a segunda vez que o cineasta veio ao Estado e contou que, ao ser procurado por Lawrence Wahba e Mike Bueno para entrar no projeto, se interessou por poder compartilhar com a audiência a beleza da natureza a onças-pintadas do Pantanal.

“Na minha companhia, trabalhamos com documentários, filmes, ficção, música e séries. Há muitas séries diferentes. Neste documentário queremos contar a melhor história possível para as pessoas construírem uma ligação com as onças e a natureza”, explicou.

Diretor do documentário, Lawrence Wahba, destacou na época que o cotidiano das onças do Pantanal mato-grossense é a maior prova de que há muita preservação do bioma.

“Do ponto de vista científico, a onça pintada é predador de topo. Para ela estar em algum lugar, ela precisa que todos os elos da cadeia alimentar estejam saudáveis. O rio precisa estar limpo para ter peixe pro jacaré comer e a onça poder comer o jacaré, a vegetação tem que estar saudável para capivara comer a vegetação e assim por diante. A onça é um indicador de qualidade ambiental. Como a gente está no pedaço do Pantanal que mais tem onça no mundo, eu posso afirmar que a gente tá no pedaço do Pantanal mais preservado”, completou.

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Mike Bueno explica que a ideia de fazer o filme surgiu quando eles perceberam a oportunidade de não só documentar onças, mas uma família de onças. As filmagens já estão em andamento há três anos e foram cerca de 20 viagens até a Porto Jofre, neste período. Com poucos turistas devido a pandemia, eles conseguiram muitas imagens das irmãs onças.

“Documentamos essas famílias com muita tranquilidade, muitas vezes ficando cinco horas, mostrando essas famílias brincando, cenas de carinho, cenas delas caçando, brigando com a sucuri. A ideia de chamar o Emannuel Priol veio por ser ele um expert e como na Marcha dos Pinguins, criar um filme de emoção como se fosse uma fábula um filme que conta a história de uma família e toda dificuldade que essa família tem para poder sobreviver para criar os filhos, ter cenas de amor, de carinho os desafios para as onças”, relatou Bueno.

A produção deve ser finalizada em 2024. Estão previstas cerca de 12 expedições ao Pantanal com períodos mais longos de até 15 dias com uma equipe bem maior de brasileiros e franceses, e com um sistema de estabilização das câmeras muito sofisticado garantindo mais qualidade das imagens.

Fonte: Governo MT – MT

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Penas de condenados por homicídio e organização criminosa somam 67 anos

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O Tribunal do Júri da Comarca de Sinop (a 500 km de Cuiabá) condenou, na quarta-feira (26 de agosto), Leonardo dos Santos Pires e Hailton Viana de Paula pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e organização criminosa. As penas aplicadas aos dois réus somam mais de 67 anos de reclusão. O Conselho de Sentença acolheu a tese sustentada em plenário pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), representado pelo promotor de Justiça Herbert Dias Ferreira. As condenações foram fixadas em regime inicial fechado, com determinação de execução imediata das penas.
Apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho em Mato Grosso, Leonardo dos Santos Pires foi condenado a 33 anos, nove meses e 11 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Os jurados reconheceram que, além de participar do homicídio qualificado, ele exercia função de comando na organização criminosa. O condenado já acumula mais de 262 anos de penas impostas pela Justiça por outros crimes, incluindo homicídios praticados em Sinop.
Já Hailton Viana de Paula foi condenado a 33 anos, nove meses e 12 dias de reclusão, além de 10 dias-multa. Na sentença, a juíza presidente do Tribunal do Júri, Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, destacou a gravidade dos fatos e considerou, na dosimetria da pena, a idade da vítima, que era menor de 18 anos.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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