MATO GROSSO
Durante 20ª edição, Por dentro da Magistratura recebe juiz Gonçalo Antunes como entrevistado
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Já está no ar a 20ª edição do programa Por dentro da Magistratura, que desta vez tem como entrevistado o juiz de Direito e professor de Filosofia Gonçalo Antunes de Barros Neto. A entrevista pode ser conferida no canal oficial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) no YouTube ou no site da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT). Dentre tantos assuntos abordados pelo juiz com o desembargador Marcos Machado e a jornalista Fernanda Fernandes, ele falou sobre a magistratura enquanto instituição. Segundo Gonçalo, para que seja perfeita e bem atualizada, a magistratura exige características que prevalecem e são respeitadas pela sociedade.
“Quais seriam as características? Primeiro, a abstração. Ela vem através de um pensamento em que se dirige para a necessidade da sua existência. Depois, nós podemos dizer a própria capacidade de se reinventar, de ser flexível com os novos tempos. Assim sendo, temos a terceira característica que é a aceitabilidade social, o respeito social.”
O programa Por dentro da Magistratura registra, por meio de entrevistas, acontecimentos e situações pessoais durante a carreira, opiniões e relacionamentos pessoais, institucionais e sociais, com intuito de transmiti-los, na forma de orientação ou recomendação, a magistrados(as) em formação.
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: peça publicitária colorida. Na lateral esquerda o ícone de play acompanhado do texto: /tjmtoficial. Na parte superior central o logo do Programa Por Dentro da Magistratura, a foto do juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto acompanhados do texto: Juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto. Assista agora! 20º Episódio. Assina a peça o logo do Poder Judiciário de Mato Grosso.
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT da Presidência
Fonte: Tribunal de Justiça de MT
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MATO GROSSO
Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família da juíza Mariana Ferreira
“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.
Autor: Flávia Borges
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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