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Empresas de todas as regiões do Estado são premiadas no Inova Mato Grosso

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Empresas de todas as regiões do Estado venceram a 4ª edição do prêmio Inova Mato Grosso. O resultado foi anunciado na noite desta quinta-feira (10.4), em Cuiabá. A premiação é uma realização da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia (Seciteci), em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso (Fapemat) e Parque Tecnológico, e investe R$ 540 mil em negócios com projetos inovadores.

Na categoria microempresa, os vencedores são: Namaskar Comunicação e Projetos (Rondonópolis), que ficou em primeiro lugar; Thotia Corp (Alto Araguaia), em segundo; Agrosolo (Nova Mutum), em terceiro; Escopo Soluções LTDA (Alta Floresta), em quarto; e Quero + Alimentos (Barra do Garças), na quinta posição.

No caso das empresas de pequeno porte, venceram: Avante Assessoria Contábil e Empresarial (Cuiabá), na primeira colocação; Ganmaq (Primavera do Leste), segunda; Spectrax (Sinop), terceira; e Piolê (Cuiabá), quarta colocada.

Com a distribuição geográfica das empresas, os vencedores pertencem a todas as cinco mesorregiões (regiões geográficas intermediárias) de Mato Grosso. “Isso demonstra que o prêmio, com o apoio do governo do Estado, vem crescendo a cada ano e vem sendo reconhecido ainda mais em Cuiabá e no interior também”, afirma o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec.

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O secretário adjunto de Desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação da Seciteci, Rodrigo Zanin, ressalta que a premiação incentiva as empresas a desenvolverem práticas inovadoras que podem contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do Estado. “Mato Grosso ganha com isso, as empresas e a sociedade também”.

O diretor do Parque Tecnológico, Rogério Alexandre Nunes, frisa que a quarta edição da premiação demonstra evolução das empresas do Estado nos últimos quatro anos. “A maturidade das empresas de inovação se apresenta cada vez maior e isso é importante para a nossa economia em nível estadual, regional e nacional”.

Foram anunciados vencedores apenas nas categorias micro e pequenas empresas. Isso porque não houve selecionados na categoria médio porte. Inicialmente, 81 empresas tiveram inscrições deferidas. Elas passaram por um rigoroso processo de avaliação.

De acordo com o diretor da Fapemat, Flávio Teles Carvalho da Silva, as nove empresas vencedoras contarão com profissionais com mestrado, que receberão bolsas para desenvolver pesquisas nos negócios pelo prazo de até 12 meses – investimento que totaliza R$ 540 mil oriundos da Fundação de Amparo à Pesquisa de Mato Grosso.

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Os prêmios incluem ainda troféu alusivo; participação em eventos e capacitações; divulgação das empresas em mídias nacionais e internacionais; uma viagem para uma missão técnica de Benchmarking em Gestão da Inovação; e a inclusão das empresas no ecossistema do Parque Tecnológico Mato Grosso.

Representante da empresa Avante Assessoria Contábil e Empresarial, Inarca Lima comemorou bastante o resultado. “Vencer o prêmio Inova incentiva os negócios do Estado e demonstra que o governo acredita nos nossos projetos e no nosso compromisso com colaboradores, clientes e população de Mato Grosso”.

TECNOVA

Durante a cerimônia de premiação do Inova Mato Grosso, também foi assinado termo de outorga com empresas aprovadas no edital 07/2024 da Fapemat para desenvolvimento de projetos de inovação.

O termo se refere ao edital do Programa de Subvenção Econômica à Inovação – TECNOVA III-MT, que promove aumento das atividades de inovação e incremento de competitividade das empresas. A ação é uma parceria do governo de Mato Grosso com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do Governo Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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