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Escola de Governo abre inscrições para cursos na área de Inventário Patrimonial

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) abriu nesta segunda-feira (27.06) as inscrições para três cursos autoinstrucionais na área de Inventário Patrimonial, na modalidade remota. Os interessados terão até o dia 1º de julho de 2022 para se inscreverem.

Os cursos, que são ofertados por  meio das secretarias adjuntas de Patrimônio e Serviços e da Escola de Governo, terão início no dia 4 de julho de 2022 e carga horária de 30 horas cada.

A qualificação tem como objetivo principal capacitar e orientar de forma fluida e abrangente tanto as equipes técnicas das unidades setoriais de patrimônio e comissões de inventário, como também os servidores dos almoxarifados e subalmoxarifados do Estado, promovendo a eficiente gestão do patrimônio da administração.

O curso “Inventário Patrimonial – Bens Móveis Permanentes” tem como público-alvo os servidores das unidades setoriais de patrimônio e aqueles que compõem a comissão de inventário de bens móveis permanentes vigente.

Já o curso “Inventário Patrimonial de Estoques – Bens de Consumo” é destinado aos servidores das unidades setoriais de patrimônio e almoxarifado e aos da comissão de inventário de estoque – bens de consumo vigente.

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Por sua vez, o curso “Inventário Patrimonial – Bens Imóveis” é voltado aos servidores das unidades setoriais de patrimônio imobiliário e aos que compõem a comissão de inventário de bens imóveis vigente.

Para se inscrever em qualquer um dos cursos, CLIQUE AQUI.

Mais informações: (65) 3613-3611 – Escola de Governo

Supervisão de texto: D’Laila Borges

Fonte: GOV MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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