MATO GROSSO
Escola de Governo lança campanha que promove práticas sustentáveis na administração pública
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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, lançou nesta semana a campanha Servidores pelo Clima. Os interessados podem se inscrever em palestras e oficinas, a partir desta quarta-feira (04.6), por meio deste link.
A iniciativa busca a mobilização do Poder Executivo Estadual para ações sustentáveis e debates acerca das emergências climáticas, sobretudo, nas rotinas de trabalho. A professora da Escola de Governo da Seplag, Giselly Gomes, destaca a importância dessa abordagem na esfera pública para o comprometimento de todos frente aos desafios atuais impostos à sociedade.
“É importante que as pessoas entendam a crise climática de forma crítica para que tenham consciência e assumam sua responsabilidade diante dessa problemática. Para isso, é preciso que elas tenham acesso à essas informações”, explica a idealizadora da campanha, que é também membro na Comissão Gestora Interna da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P).
O circuito de cursos, palestras e oficinas será realizado do dia 18 a 27 de junho. Confira as opções abaixo:
• Zoneamento Socioeconômico Ecológico de Mato Grosso; (18.6)
• A Conferência das Partes (COP) do Clima; (23.6)
• Emergência Climática, Soluções Baseadas na Natureza e o Setor Público; (24.6)
• Entre Coisas e Clima Conexões que aquecem o mundo; (25.6)
• Ambiental, Social e Governança (sigla em inglês ESG) no setor Público; (26.6)
• Soberania Alimentar no Contexto das Comunidades Tradicionais; (26.6)
• Mudanças Climáticas… E a áudio descrição (AD) com isso? (27.6)
• Mudanças Climáticas com o Regime de Chuvas e os Efeitos do Fogo nos Três Biomas de MT; (27.06)
A campanha está alinhada à A3P, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que incentiva a adoção de práticas sustentáveis no setor público. Para mais informações, baixe o Manual de Orientação que se encontra em anexo.
*Com revisão de Inácio de Paula
Fonte: Governo MT – MT
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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT



