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Estudante de Barão do Melgaço vai representar Mato Grosso em Brasília na IV Conferência Nacional do Meio Ambiente

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A estudante do 8° ano, Lívia Feitosa, da Escola Estadual Coronel Antônio Paes de Barros, em Barão de Melgaço, vai representar Mato Grosso em Brasília na IV Conferência Nacional do Meio Ambiente. O evento será em outubro e a estudante será acompanhada pela professora e orientadora Josiane Silva.

O seu projeto “Energia que gera vida: piscicultura sustentável com tanques de geomembrana, energia solar e robótica, como alternativa de renda”, recebeu 14 votos durante etapa estadual, que foi realizada no Sesc Pantanal, em Poconé, durante os dias 05 a 07 de agosto.

Cerca de 125 pessoas participaram da penúltima etapa, sendo 48 estudantes com projetos inovadores para o meio ambiente. O tema deste ano foi Justiça Climática.

Cada aluno foi acompanhado por professor auxiliador do projeto. A vencedora contou que sem ajuda da sua professora de Português, Josiane Silva, não teria chegado à final.

“Eu tive a ideia, conversei com a professora e ela me ajudou, orientou e esteve ao meu lado em tudo. O meu projeto são tanques que ficam na superfície, tem sensores, bomba de água e placas solares”, contou a estudante.

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Segundo ela, participar dessa conferência nacional é um sonho e até agora não acredita que ganhou. “Vou para Brasília e dar o meu melhor por Mato Grosso, o povo de Barão do Melgaço merece”.

Josiane explicou que a ideia do projeto surgiu porque a única fonte de renda dos moradores da cidade é o pescado e com a lei Cota Zero.

Para a educadora, a conferência foi importante para os alunos, ao disseminar a cultura de preservação. “Eu e a Lívia moramos em um lugar que está inserido no Pantanal, um bioma que precisa de cuidados e atenção especial para preservar os peixes nativos”, explicou a professora.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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